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terça-feira, 31 de maio de 2016

Professores grevistas tentam impedir aulas na rede municipal

Professores grevistas tentam impedir que outros docentes ministrem aulas na rede municipal de ensino de São Luís
O fato de que a greve é um direito de todo trabalhador, isso ninguém duvida. No entanto, a greve suicida dos professores da rede municipal de ensino de São Luís vem sendo repudiada por pais e mães de mais de 80 mil alunos que neste momento se encontram fora da sala de aula, há quase uma semana. A paralisação, que é por tempo indeterminado, foi deflagrada na quarta-feira passada, após assembleia da categoria na sede do Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal da capital (Sindeducação).

De lá pra cá, o movimento grevista vem tendo baixas consideráveis em sua organização, tanto que o comando de greve tem realizado blitzen nas unidades escolares para garantir uma adesão maior da categoria, já que inúmeros professores, contrários à paralisação, estão ministrando aulas normalmente em seus locais de trabalho, ainda que abrangendo um número menor de alunos.

Como exemplo, podem ser observadas as presenças de professores na Unidade de Educação Básica Justo Jansen (Centro), na UEB Ministro Mário Andreazza (Liberdade), entre outras. Para forçar a categoria a aderir em 100% ao movimento, parte da categoria, que se encontra de braços cruzados, quer impedir que as aulas sejam ministradas, prejudicando diretamente o andamento do calendário escolar.

Os professores grevistas exigem um aumento salarial de 11,36% (integral), enquanto o secretário municipal de Educação, Moacir Feitosa, informa que a Prefeitura sinaliza com um reajuste de 10,67%, parcelado em duas vezes, seno a primeira parcela a ser paga em junho e a outra, em novembro. O que é rejeitado por parte da categoria. 

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