Comercial da Prefeitura de São Luís

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Astro garante realização de concurso público para Câmara

O presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum (PMN), conversa com a imprensa na sede do Legislativo
O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum (PMN), esteve reunido neste sábado, 4, com a imprensa, na sede do Legislativo, onde confirmou o projeto de realização de um concurso público para servidores da Casa. Ele garantiu que a Fundação Sousândrade já foi convidada a elaborar o certame que está previsto para acontecer no segundo semestre deste ano.

Astro ressaltou que ainda estão sendo feitos todos os estudos técnicos para saber quantas vagas serão abertas na Câmara. Ele declarou que a Casa continua aposentando os servidores que têm tempo de serviço prestado ao parlamento municipal. "Estamos aposentando todos aqueles que, por direito, merecem este benefício", disse.

Jornalistas e radialistas reunidos conversam com o presidente da Câmara de São Luís, vereador Astro de Ogum
O chefe do Legislativo informou que os trabalhos da Casa serão iniciados na próxima segunda-feira, 6, sem que haja interrupção nas sessões, que acontecem sempre às segundas, terças e quartas-feiras. Astro disse ainda que como toda rede elétrica está sendo trocada e algumas obras internas ainda estão em andamento, não haverá expediente nas quintas e sextas-feiras para os servidores. 

"Havia a necessidade de fazermos essas adequações no prédio, que é histórico, e por isso requer cuidados especiais. Além disso, estamos fazendo a troca da rede elétrica que foi condenada pela Cemar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. Com isso, a Casa contará com uma nova rede elétrica em todas as dependências do prédio do Legislativo Municipal", frisou o presidente Astro Ogum.

Um comentário:

  1. Eu não acredito na realização desse concurso porque promessa de político tem tanto valor quanto uma cédula de 3 reais. Amanhã será realizado o concurso da Semed que deveria ter sido feito desde 2014, e o prefeito não ofertou vagas pra vigias de escolas nem pra merendeiras mesmo sabendo que o serviço terceirizado é mais oneroso do que o de efetivo. Um funcionário de serviços gerais, por exemplo, custa mais aos cofres público do que o salário de um professor, por causa do repasse que tem que ser feito para a empresa contratada.

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