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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Assim como Dino, Temer pode escolher o segundo colocado na PGR

O governador Flávio Dino (PCdoB) e o irmão e  subprocurador Nicolao Dino visando a sucessão de Janot 
Historicamente, nem sempre o primeiro de uma lista tríplice, como no caso da escolha no Ministério Público, é o escolhido. Basta lembrar da decisão tomada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que no mês passado, nomeou o segundo lugar da lista para a função de procurador-geral de Justiça do estado. Os membros do Ministério Público do Maranhão optaram pelo promotor José Augusto Cutrim Gomes, com 212 votos, mas Dino escolheu Luís Gonzaga Martins Coelho, segundo colocado com 183 votos. 

O mesmo pode acontecer com a lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República (PGR), onde o maranhense subprocurador Nicolao Dino, irmão do governador comunista, conta com o apoio dos colegas como o principal trunfo para ser o sucessor de Rodrigo Janot, de quem é considerado um aliado. Ele recebeu 621 votos e encabeçou a relação enviada ao presidente Michel Temer (PMDB), da qual também fazem parte os procuradores Raquel Dodge (587 votos) e Mário Bonsaglia (564 votos).

Segundo o site da Veja, a relação de Nicolao Dino com o presidente Temer é controversa. Além de ser considerado próximo de Janot, que na segunda-feira, 26, denunciou o peemedebista sob a acusação de corrupção passiva, foi ele quem, como procurador eleitoral, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassasse a chapa Dilma-Temer, o que acabou não ocorrendo.

Além disso, o ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB), conselheiro e amigo de Temer não vai com a cara de Nicolao Dino e do governador Flávio Dino.

E agora?

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