quinta-feira, 1 de junho de 2017

"Mais de 90% é gasto com folha de pagamento dos professores", diz secretário


Durante audiência pública, na última quarta- feira, 31, na Câmara Municipal de São Luís, o secretário de Educação, Moacir Feitosa (foto), bateu na tecla constantemente e afirmou que mais de 90% das despesas da Prefeitura no setor é com a folha de pagamento dos professores da rede de ensino da capital maranhense. O que sobra são para investimentos de infraestrura.

Na oportunidade, o titular da Semed alegou que a atual crise financeira que passa o país tem sido o principal entrave para o caos que se instalou na educação de São Luís. 

Nesta quinta-feira em entrevista ao portal MA10 (TV Difusora), o secretário Moacir Feitosa garantiu que uma das metas é consolidar a cidade maranhense livre do analfabetismo nas gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Moacir assumiu a pasta no ano de 2016 e, segundo ele, de fevereiro até o mês de maio deste ano, 29 escolas foram reformadas, 2 construídas e 19 intervenções foram feitas para melhoria na estrutura das unidades escolares. 

“Até a metade do ano que vem, todas as escolas do município estarão completamente reformadas. Vale lembrar que isso tudo, está sendo trabalhado dentro de um quadro de crise que o Brasil está passado. A receita fiscal do município cai e São Luís conta com a grande sonegação de impostos. Isso tem que ser trabalhado no sentido de captação desses recursos, para que possamos ter uma educação com  mais dinheiro para trabalhar”, afirmou o secretário.

Moacir disse ainda que na atual gestão do prefeito, 25 creches devem ser entregues. “A construção das 25 creches é um dilema para o prefeito e a secretaria, a entrega será feita sim. Quatro já estão prontas, só falta os últimos ajustes para ser entregues às comunidades. É claro que é impossível construir todas as essas unidade de uma só vez, é preciso um cronograma, uma programação. Inclusive, já assinamos uma ordem de serviço para a construção de uma creche no eixo Itaqui-Bacanga”, finalizou o secretario.

Um comentário:

  1. Essas 25 creches é promessa desde o primeiro ano de subgestão de Edivaldo, ou seja, 2013 e os recursos vieram de Brasília e até hoje continua só no discurso. Outra coisa porque não pagam esses operários em dia que estão trabalhando nos reparos das escolas, hoje eles continuavam chateados por estarem sem pagamento, contratam pequenase construtoras que nem assinam a carteira de seus trabalhadores. Qd esses pais de família receberem trabalharão mais motivados.

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