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segunda-feira, 25 de julho de 2022
Prefeito de Caxias mostra para o governador Brandão como se faz política no Maranhão
sábado, 23 de julho de 2022
Gastão Vieira é hostilizado por prefeito de Coelho Neto em palanque de Dino, Brandão e Camarão
Segundo Gastão, sua pessoa foi desrespeitada pelo gestor municipal por "pura infantilidade", para não falar coisa pior. "Na noite passada, fui impedido pelo prefeito Bruno Silva de discursar no palanque do evento "O Maranhão não pode parar", do governador Carlos Brandão, em Coelho Neto. Impedido de falar para uma população no qual é mútuo o carinho".
O ataque a Gastão Viera ocorreu na noite de sexta-feira, 22, tendo o parlamentar afirmado que a hostil cena protagonizada pelo prefeito Bruno Silva só mostra como "estão se configurando algumas novas políticas no Maranhão".
Ele destacou ainda que sua imagem de homem público foi defendida pelo também petista e ex-secretário Felipe Camarão. Gastão disse que apesar do ocorrido, ficou tocado com a defesa do amigo que, assim como ele, foi secretário estadual de Educação.
Camarão teria dito o seguinte no palanque: "Por uma questão de justiça, quero registrar a presença aqui entre nós do ex- deputado federal e ex-ministro, Gastão Vieira, que implantou o IFMA de Coelho Neto. E ele foi um dos grandes responsáveis por essa pedra inicial para a educação aqui de Coelho Neto".
Gastão finalizou dizendo que reafirma seu apoio ao grupo político formado pelo governador Brandão, Camarão, o ex-governador Flávio Dino (PSB) e o ex-presidente Lula (PT).
"Reafirmo meu apoio ao grupo político formado por Carlos Brandão, Flávio Dino, Felipe Camarão e Lula. O Maranhão Não Pode Parar conta com os princípios que devem nortear a política voltada para as necessidades do Maranhão, não para fins individuais. Repudio como alguns atores políticos querem se beneficiar de maneira imoral de algo que deveria ser voltado para o povo".
sexta-feira, 22 de julho de 2022
Justiça mantém prisão de Eduardo DP no Complexo Penitenciário de Pedrinhas
Eduardo DP, figura bastante conhecida nos meios políticos, foi detido pela Polícia Federal, na quarta-feira, 20, na capital maranhense, acusado de fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro oriundo de verbas da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do São Francisco e Vale do Parnaíba) repassadas pelo governo Jair Bolsonaro (PL).
Um dos alvos da operação foi a empresa Construservice C Empreendimentos e Construções, que tem como Eduardo DP uma espécie de sócio secreto.
De acordo com a PF, o esquema criminoso é o mesmo utilizado no Maranhão para desvio de verbas públicas desbaratado pela Operação Imperador em 2015, ainda no primeiro mandato do então governo Flávio Dino, à epoca no PCdoB.
Na oportunidade, Eduardo DP chegou a ser preso pela Polícia Civil do Maranhão, mas conseguiu liberdade logo depois. Apesar da extensa ficha criminosa, o empresário-agiota conseguia manter trânsito livre nas hostes do Palácio dos Leões com contratos milionários com o governo estadual e vários municípios maranhenses.
Veja o vídeo: Sarney defende a manutenção do regime democrático e eleições livres em discurso na ABL
Em seu discurso na Academia Brasileira de Letras (ABL), em comemoração aos 125 anos da instituição literária, Sarney lembrou ter sido aquele que na década de 1980 comandou a transição democrática no Brasil, após duas décadas de autoritarismo do regime militar.
Sarney disse que nesse momento não é só a cultura brasileira que precisa ser defendida. "A transição democrática se consolidou pela realização de eleições livres", declarou o decano constitucional do país.
Deputado do MDB diz não haver condições políticas para apoiar Flávio Dino ao Senado
Apesar disso, Hildo ressaltou que o MDB terá de apoiar uma chapa majoritária ao Senado. Segundo o parlamentar, muita gente no partido está tomando decisões por interese próprio e não em prol do Maranhão e do Brasil.
Hildo lembrou que qualquer decisão a ser tomada pelo MDB é de interesse da população, pois o partido é a maior sigla partidária do país.
Roseana leva MDB a apoiar reeleição de Brandão, mas deixa no vácuo aliança com Dino ao Senado
"A grande maioria é a favor de uma aliança com o governador Carlos Brandão, mas não tem uma definição sobre o Senado. A ata fica em aberta para uma decisão futura", disse Roseana na covenção estadual do MDB realizada na quinta-feira, 21, em São Luís.
Na oportunidade, o governador Brandão agradeceu a manifestação de apoio do MDB à sua candidatura à reeleição. "Roseana, quero agradecer você que é o grande nome desse partido, porque eu tenho certeza que você influenciou nessa decisão", afirmou o chefe do Palácio dos Leões.
quinta-feira, 21 de julho de 2022
Caciques do MDB no Maranhão não querem ver Flávio Dino nem pintado de ouro
Apesar de boa parcela dos caciques do MDB maranhense apostarem numa candidatura à reeleição do governador Carlos Brandão (PSB), o mesmo não pode ser dito com relação à candidatura do ex-governador Flávio Dino (PSB) ao Senado da República.
A própria ex-governadora Roseana Sarney, que preside o MDB no estado, já garantiu apoio à reeleição de Brandão, no entanto ela não engole, de jeito nenhum, que o partido seja levado para apoiar Dino, que rompeu com os 50 anos de oligarquia Sarney no Maranhão, em 2014.
A convenção do MDB maranhense, realizada nesta quinta-feira, 21, dá demonstrações de que o partido vai dividido também no quesito de apoio ao Palácio dos Leões, pois uma parcela da sigla pretende marchar com a candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao governo estadual.
Pelo visto, tudo ainda está indefinido nas hostes emedebistas no Maranhão.
Rocha pode rifar a pré-candidatura do Pastor Bel ao Senado
A inquetação nessa nova empreitada do senador trabalhista é que o Pastor Bel continua na luta para manter sua pré-candidatura ao Senado. No entanto, Rocha espera que o Agir36 não saia com candidatura majoritária ao Senado da República, passando a apoiá-lo à reeleição.
Na foto acima o senador Roberto Rocha descreve o encontro nas redes sociais:
Hildo diverge de Lobão no MDB do Maranhão e mantém apoio à candidatura de Tebet à Presidência
Para Rocha, a senadora do MDB reúne todas as qualidades de uma boa administradora e pode ser a eventual candidata da terceira via que pode fazer a diferença na polarização entre o ex-presidente Lula e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL).
Vale lembrar que no início dessa semana, 11 caciques do MDB, incluindo o ex-ministro Edison Lobão, se reuniram em São Paulo e defenderam o apoio da legenda à uma candidatura do ex-presidente Lula ainda no primeiro turnos das eleições de outubro, rifando o nome da emedebista Simone Tebet.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
CONEXÃO POLÍTICA- 20/07/2022
Nova derrota: Congresso derruba veto de Lula e mantém PL da Dosimetria
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