domingo, 19 de maio de 2019

Sarney diz que Bolsonaro aposta na "ameaça do caos"


O ex-presidente da República José Sarney (1985-1990) disse, em entrevista ao jornal Correio Braziliense, não saber qual é a nova política de Jair Bolsonaro (PSL), embora não tenha dúvidas de que o presidente aposte mesmo é na “ameaça do caos”.

“Ele [Bolsonaro] está colocando todas as cartas na ameaça do caos. E isso, na realidade, aumenta os problemas que nós vivemos, porque desapareceram as utopias e nós não podemos matar a esperança. O que se vê é que todo dia se dá uma solução, uma visão escatológica do fim do mundo, em face da reforma da Previdência, sem se oferecer outras perspectivas de esperança.”

Falou e disse o caudilho da "Velha Política".

sábado, 18 de maio de 2019

O embate entre o mancebo ecológico e o ativista de extrema-esquerda


A semana política fechou em clima de alta tensão entre o mancebo deputado estadual Adriano Sarney (PV) e o líder do PSOL e ex-candidato à Presidência da República, Guilherme Boulos, que esteve no Maranhão participando da marcha em defesa da Educação e contra o corte de 30% para as universidades e institutos federais.

Pelo menos nas redes sociais o embate foi gerado pelo herdeiro da família Sarney, que atacou de forma virulenta o ativista de extrema-esquerda Boulos, xingando-o de "parasita" e "terrorista".

“Parasita: povo do Maranhão repudia presença de Boulos em nosso estado... Nesta semana o Maranhão foi visitado pelo terroristas (sic.) de extrema-esquerda Guilherme Boulos. O governador Flávio Dino estendeu o tapete vermelho a uma pessoa que prega invasões, confronto com a polícia e a subversão do estado de direito. Guilherme Boulos não é bem-vindo ao Maranhão! Seu esquerdismo fanático não é aceito pelos maranhenses.”

Ao rebater as acusações do deputado Adriano Sarney, no Twitter Boulos declarou: “Deputado Adriano Sarney me chamou de “criminoso” e disse que não sou bem vindo no Maranhão. Adriano o quê? Sarney? Ah tá… Próximo!”.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Câmara exalta atividade intelectual na Academia de Ciência e Artes Militares


exercício intelectual em atividades de ciências, artes e cultura, no âmbito das academias, foi exaltado em sessão solene da Câmara Municipal de São Luís, na tarde da última terça-feira, 14, ao homenagear a Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (Amclam).

O evento atraiu não só os membros da academia,  como também membros e dirigentes da Academia Ludovicense de Letras (ALL) e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM).

Tamanho reconhecimento foi proposto pelo vereador Cezar Bombeiro (PSD), por se tratar de “uma entidade essencial para a nossa cidade e ao Estado e representar a força que a cultura maranhense possui”. A sessão foi presidida pelo vereador Honorato Fernandes (PT) e secretariada por Cezar Bombeiro, contando também com a presença do vereador Marquinhos Silva (DEM).

Ao usar a tribuna para justificar a concessão do diploma à Academia, Cezar Bombeiro lembrou que a instituição foi idealizada pelo coronel Carlos Augusto Castro Lopes e frisou ser ela necessária para exprimir e representar o potencial científico e artístico da Polícia Militar do Maranhão e do Corpo de Bombeiros. “Ela é muito útil para demonstrar a qualidade intelectual das duas corporações e é motivo de orgulho para todos nós. Ela demonstra que além do preparo militar, os membros destas corporações também têm preparo intelectual”.

Além do presidente da Amclam, Carlos Augusto Furtado Moreira, do vice Raimundo de Jesus, e muitos outros membros, marcaram presença o presidente do IHGMA, José Augusto Silva Oliveira; Antonio Norberto, presidente da ALL; o secretário municipal de Relações Institucionais, Raimundo Nonato Silva Junior, que no ato representou o prefeito Edivaldo Holanda. Também participaram da sessão a tenente-coronel Joseane Moreira, representando o comandante do 24 Batalhão de Infantaria de Selva, Sousa Filho; Pedro Holanda da Costa, primeiro secretário da Federação das Indústrias; Teodomiro de Jesus Diniz Moraes, além de outros.

Vereadores denunciam desvios na verba de iluminação pública para a Feirinha

O vereador Estevão Aragão denunciou o desvio de verbas do FUMIP para a Feirinha São Luís
Os vereadores Estevão Aragão (PSDB) e Marcial Lima (PRTB) acusam o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) de utilizar, ilegalmente, recursos do Fundo Municipal de Iluminação Pública (FUMIP) para pagar brincadeiras e cachês artísticos na Feirinha São Luís, que acontece todos os domingos e é coordenada pelo secretário Ivaldo Rodrigues (Agricultura, Pesca e Abastecimento).

Para Estevão Aragão, trata-se de um crime de improbidade administrativa o que vem sendo cometido pela gestão do prefeito Edivaldo. "É inadmissível o que vem ocorrendo nessa administração, retirando dinheiro público que deveria estar sendo usado apenas para investimentos e melhorias na iluminação pública da cidade, que é paga por meio de contribuição dos cidadãos", frisou o parlamentar.

Estevão Aragão é autor da Lei 6.525, que obriga a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) a detalhar, na fatura de pagamento, os valores arrecadados com a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) e repassados ao FUMIP, de forma clara e transparente. "A Lei tem o objetivo de informar aos cidadãos o valor do montante arrecadado pelo município de São Luís com esse tributo", enfatizou.

O vereador Marcial Lima também questionou o desvio de recurso do FUMIP para a Feirinha São Luís
Já o vereador Marcial Lima destaca que de forma indecente a gestão do prefeito Edivaldo vem se utilizando desse artifício para desviar dinheiro do FUMIP e pagar cachês artísticos da Feirinha São Luís, sem que haja uma represália do Ministério Público.

Segundo ele, essa é mais uma façanha da gestão municipal que precisa ser tomada uma providência urgente, para barrar o desvio de um recurso público que nada tem a ver com sua indevida destinação. Marcial também alertou que a verba do FUMIP tem de ser aplicada apenas na melhoria da qualidade da iluminação pública de São Luís.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Funcionários da EBC São Luís estão sendo pressionados a se aposentar


Prestadores de serviços da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em São Luís, denunciaram a este blog que estão sendo assediados a pedir suas aposentadorias e que a pressão estaria vindo direto de Brasília (DF).

Segundo os denunciantes, funcionários com décadas de prestação de serviço à EBC, que hoje é TV Brasil, estão sendo simplesmente forçados a entregar os cargos e se aposentar automaticamente. O caso configura crime de assédio moral.

Vale ressaltar que ao longo da campanha eleitoral de 2018, a extinção da EBC esteve entre uma das principais propostas do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A empresa era vista como custosa, pouco eficiente e detentora de um viés ideológico contrário ao do atual governo – à época de sua fundação, em 2007, a TV Brasil era chamada de “TV do Lula”.

Bolsonaro disse em recente entrevista à Rádio Jovem Pan que a TV Brasil era uma “TV que não serve para nada”. Também declarou em diversas ocasiões que os recursos públicos utilizados com a EBC seriam melhor aproveitados se destinados a outras ações do governo.

Com a palavra a direção da EBC São Luís!

Pedido de impeachment chega ao plenário da Câmara contra Edivaldo

Prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT)
O clima esquentou lá pra bandas da Câmara Municipal de São Luís nesta terça-feira, 14, ao ser lido pelo presidente da Casa, vereador Osmar Filho (PDT), um pedido de impeachment proposto por um conjunto de advogados contra o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). 

O gestor está sendo acusado de manter, desde 2015, um contrato ilegal com a empresa São Luís Ambiental, apesar de haver uma dívida de R$ 105 milhões do município com a empresa prestadora de serviço na área da limpeza pública. O contrato não teve o devido conhecimento da Câmara.

Assim que o documento foi lido pelo chefe do Legislativo, parlamentares em plenário começaram a se alternar na tribuna do Legislativo, sendo uma boa parcela favorável ao andamento da solicitação de afastamento do gestor municipal, sob acusação dele ter extrapolado os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Vale lembrar que em meados de março deste ano, o líder do DEM na Câmara Municipal, Marquinhos Silva, utilizou a tribuna da Casa para afirmar que não pensaria duas vezes em pedir o impeachment do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, caso ficasse comprovado que ele deu pedaladas fiscais no orçamento do município.

O assunto veio à tona depois que um projeto do Executivo deu entrada no Legislativo pedindo autorização da Câmara para garantir um empréstimo de mais de R$ 100 mil, mas que para ser aprovado pelo Banco do Brasil, o prefeito teria que começar a pagar uma dívida anterior de R$ 105 milhões com uma empresa prestadora de serviço na área da limpeza pública.

"Não exitarei em pedir o impeachment do prefeito Edivaldo", afirmou o vereador Marquinhos.

O líder do governo municipal na Casa, vereador Pavão Filho (PDT), diz não ter nada de absurdo que possa ser pedido o afastamento do prefeito Edivaldo.

O vereador Estevão Aragão (PSDB) disse que um grupo de parlamentares da Casa já havia alertado o gestor municipal do perigo que estaria por acontecer. Já o vereador Honorato Fernandes (PT) disse que o fato é grave e requer a máxima tranquilidade da Casa para apreciar a matéria.

O caso deve ter desdobramentos futuros.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Da abolição dos escravos ao caos social no Brasil


Por Mario Carvalho
Editor deste Blog

O dia de hoje nos remete aos tempos coloniais, mais precisamente a 13 de maio de 1888. Data oficial em que foi celebrada a Abolição da Escravatura no Brasil. O que seria uma uma simples data no calendário do país para comemorar, serve para uma grande reflexão: será que a escravidão acabou por estas terras tupiniquins ou ainda vivemos sob a óptica da escravidão social?

Nunca é demais relembrar que segundo fontes históricas, o Brasil foi o último país da América a abolir a escravidão e, entre a segunda metade do século XVI e 1850, ano em que acabou o comércio de escravos, mais de 3,6 milhões de africanos foram capturados e trazidos para o Brasil. É tanta gente que, até o século XVIII, 80% da população brasileira era negra e trabalho era sinônimo de escravidão.


Esse feito, sob o olhar do colonizador-escravocrata, passa a ser disseminado como uma "bondade", assinada generosamente pela princesa regente Isabel ao assinar a Lei. 3.353/1888, final do século 19, conhecida por Lei Áurea.


Porém, é preciso entender que esse foi um processo da luta de negros para fugir dos maus tratos da real sociedade da época.


O processo de abolição dos escravos no Brasil foi gradual e lento, tendo se iniciado com a Lei Eusébio de Queirós de 1850, que passou a proibir o tráfico de escravos para o Brasil. A legislação é uma referência a seu autor, o senador e então ministro da Justiça, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara.


Depois veio a Lei do Ventre Livre de 1871, que considerava livre todos os filhos de escravas nascidos, a partir daquela data, no Brasil. Também conhecida por "Lei Rio Branco".


Em seguida, foi a Lei dos Sexagenários de 1885, que garantia a liberdade aos escravos com 60 anos ou mais. Também conhecida pela Lei Saraiva-Cotegipe, cabendo aos proprietários de escravos indenização.


E por fim, a Lei Áurea em 1888, que selou oficialmente o fim da escravidão no país. Porém, sem condições mínimas de existência, os escravos recém-libertos ficaram sem saber o que fazer, tornando-se mão de obra fácil, o que ano após anos de descaso das autoridades, gerou o atual caos social que temos no Brasil até os dias atuais.


Mas viva a liberdade!

sexta-feira, 10 de maio de 2019

O olhar 43 de Bolsonaro para Flávio Dino


Já diz um velho ditado: Uma imagem vale mais do que mil palavras. Reparem nesse olhar 43 do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Não preciso dizer mais nada!

Prefeito diz não ter agido contra radialista e sim, reagido

Radialista Justino Filho após a agressão do prefeito
Nada justifica a agressão do prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (DEM), contra o radialista Justino Filho, que teve o supercílio aberto após o golpe desferido pelo gestor municipal da segunda maior cidade do Maranhão.

Apesar de ter lançado nota pedindo desculpas, o prefeito disse que não ter aguentado "a longa sequência de fatos, de agressões e tentativas de achaques, me tiraram do sério".

Em determinado trecho da nota, o prefeito disse ainda que na Sedel onde ele encontrou a vítima, "ele foi em busca do que muitas das suas vítimas já lhe deram: dinheiro para aliviar seu assédio criminoso".

Não temo as maledicências dele.

Eu não AGI. Eu REAGI.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Governo investirá R$ 4,5 milhões na reforma da Rodoviária de São Luís


O presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), Lawrence Melo, informou que o Governo do Maranhão investirá R$ 4,5 milhões na reforma e revitalização do Terminal Rodoviário de São Luís.

A declaração foi feita em primeira mão nesta quinta-feira, 9, em entrevista ao programa Câmara em Destaque, da Rádio Educadora AM 560 Khz, comandado por este humilde jornalista.


Segundo o presidente da MOB (foto), o certame para a conclusão do processo licitatório para contratação de empresas deve ocorrer até o fim deste mês. "Faremos importantes mudanças na planta do Terminal Rodoviário de São Luís, que é uma das portas de entrada da capital maranhense", afirmou.

terça-feira, 7 de maio de 2019

O nome Tadeu Palácio começa a incomodar os aspirantes em 2020



Observo que o simples fato do nome do ex-prefeito Tadeu Palácio aparecer no rol de possibilidades em participar das eleições municipais de 2020 à Prefeitura de São Luís, começa a causar inquietações na lista juvenil de pré-candidatos ao cargo majoritário na capital maranhense.

Se usarmos a balança política, hoje Tadeu passa a ser o mais experiente da lista de pré-candidatáveis, tendo já sido vereador, vice-prefeito na gestão do saudoso prefeito Jackson Lago e encerrado sua temporada como prefeito de São Luís, em dezembro de 2008.

Em recente conversa como o nobre médico Tadeu Palácio, ele chegou a me confessar que não gostaria mais de disputar cargos públicos e que passaria a se dedicar à sua profissão.

No entanto, sabemos que a política é sempre dinâmica e uma vez político, a contaminação sanguínea é fatal.

Portanto, vale aguardar a decisão final do ex-prefeito Tadeu Palácio sobre se entrará ou não em uma nova disputa eleitoral ao Palácio La Ravardière. 

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ação de vereador na Justiça garante retomada de obras na quadra do Japão

Obras na quadra do Japão no bairro da Liberdade devem ser retomadas
Ação popular ajuizada pelo vereador Cézar Bombeiro (PSD), na Vara de Interesses Difusos e Coletivos, pede a concessão de uma liminar que determine a retomada da reforma da reforma da quadra esportiva do Japão, no bairro Liberdade.
A obra tem recursos garantidos desde 2013, quando foi firmado convênio entre a Prefeitura de São Luís e a União Federal no valor de R$ 255.843,75, com contrapartida de R$ 6 mil do Município.
Antes mesmo do juiz Douglas Martins proferir a decisão, operários retornaram à quadra para recomeçar os trabalhos. Há o risco de o recurso destinado à execução da obra voltar aos cofres da União, pois o prazo de vigência do convênio expirará em junho deste ano.
A obra chegou a ser iniciada, mas foi interrompida com 50% dos serviços executados. Desde então, a comunidade da Liberdade está privada do espaço, destinado à prática desportiva, de lazer e outras atividades.
Preocupado com a situação e atendendo a apelos de populares que pediram sua intervenção para que a obra tenha continuidade e seja finalmente inaugurada, Cézar Bombeiro ajuizou ação popular no dia 18 de abril deste ano, por meio da Assessoria Jurídica do seu gabinete.
Na ação, Cézar Bombeiro não só pede à Justiça que ordene o reinício imediato da obra, como a fixação de multa em caso descumprimento da decisão. Solicita, também, que no julgamento do mérito, os réus sejam obrigados a concluir os serviços para que o comunidade possa, enfim, utilizar o espaço.

O horror à crítica, à reflexão e à liberdade de pensamento


Paulo José Cunha
Do Congresso em Foco

O anúncio do corte de 30 porcento dos recursos destinados a todas as universidades federais foi um tapa na cara da inteligência brasileira. Que recebeu este bofetão depois de ouvir que três universidades teriam seus recursos bloqueados por promoverem “balbúrdia”. E isto depois do negocista alçado ao posto de ministro da educação anunciar o corte – referendado por Bolsonaro – nos recursos destinados aos cursos de Filosofia, Sociologia e Ciências Sociais. Três porradas seguidas.

Confesso: ando cansado. Bem que tento mudar de assunto. Pensava tratar nesta semana dos efeitos do crescimento da Inteligência Artificial na qualidade de vida e na invasão da privacidade. Ou da crise na Venezuela. Quem sabe, até analisar as causas da hegemonia da música de péssima extração que anda tocando por aí. Agora há pouco me veio a ideia, advertido pela minha mulher no café da manhã, de falar da péssima influência desses youtubers milionários na formação dos hábitos das novas gerações.

Não dá. É preciso botar água no chope desse povo. Suas atitudes e declarações desastradas - e perigosas - escondem intenções autoritárias, racistas, monetaristas, homofóbicas e irresponsáveis, entre outras. O corte dos recursos das universidades é tão importante que os outros temas podem esperar.

O argumento é imbecil

Só pra rememorar: o argumento em favor do corte da verba para Filosofia, Sociologia - e Ciências Humanas de maneira geral, como o próprio Bolsonaro afirmou -, foi o de que o ensino de tais disciplinas “desrespeita o dinheiro do contribuinte” e que as universidades públicas devem centrar fogo na geração de “habilidades para quem paga imposto”.

Pois, na qualidade de professor universitário, afirmo que tal argumento é  utilitarista, inconstitucional, autoritário e desastradamente imbecil.

Aposto como o ministro da educação não tem a menor ideia do espírito que norteou a criação dos primeiros centros de reflexão que depois ganhariam o nome de universidades, senão não teria proferido essa imbecilidade. Pois a idéia do “livre pensar” contemplava conteúdos da filosofia de pensadores como Aristóteles e Platão, pilares do pensamento filosófico universal. Aristóteles dava aulas públicas no jardim da casa dele, o Lyceum.

Ali, mestre e discípulos cuidavam de entender o homem e o mundo, e não apenas uma profissão. Tratavam da “humanização do homem”, assuntos que provavelmente nem o capitão nem seu ministro saibam do que se trata. O surgimento das universidades na Europa possibilitou a disseminação do pensamento crítico que desaguaria no Renascimento e mais tarde no Iluminismo. Ou seja, a universidade não surgiu utilitarista, ensinando um ofício, um ganha-pão. Foi criada como espaço do pensamento crítico, da liberdade de ideias, da contestação de valores consagrados.

Se a “balbúrdia” a que o ministro se refere for isso, então ele que bote a culpa nos gregos. Só depois foi que as universidades, como as conhecemos hoje, começaram a formar profissionais deste ou daquele ofício. Além, naturalmente, de filósofos, sociólogos, cientistas sociais etc.

A mobilização autoritária

Sobre a situação criada com a decisão do corte, ouçamos o ex-reitor da UnB, professor José Geraldo: “Em toda ação política autoritária logo se instala o horror à crítica e à reflexão, muito fortes no ambiente cultural e na educação. Pense em Goebbels e seu tão forte horror à cultura que lhe dava o desejo de empunhar a pistola. E em Mussolini, ao afirmar em seguida à condenação de Gramsci, que era preciso fazer aquele cérebro parar de pensar por 20 anos. E na funesta procissão das tochas na Alemanha nazista, culminando com a queima de livros de Filosofia, de Sociologia e de Literatura. As ditaduras e o autoritarismo se valem por isso da violência. Contra a palavra, a censura; contra o corpo, a tortura; contra o protagonismo político, o banimento, o exílio e o assassinato político. Entre a ditadura explícita e a mobilização autoritária que a prepara, essa gradação vai se delineando, como estamos assistindo”.

Ressalta das últimas decisões na área do ensino superior, além da imbecilidade intrínseca a todas elas, uma absoluta falta de critério e método, essencial até para impor um projeto autoritário. Condenar Filosofia e Sociologia por não oferecerem habilidades – não resultarem numa profissão, em última instância – é apenas tentar extinguir o pensamento crítico, incômodo em si mesmo por promover a dúvida e celebrar o contraditório. O primeiro anúncio do corte de verbas que atingiu três universidades como a UnB teria sido motivado pelo fato de elas promoverem a “balbúrdia” (o “Aurélio” ensina que “balbúrdia” é vozerio, gritaria, tumulto, ou seja, tudo o que se deseja de uma instituição que abre espaço ao pensamento livre). E também por não atingirem as metas de produção acadêmicas. Obs.: a UnB está entre as mais bem posicionadas nos rankings internacionais.

Inimigos da universidade são inimigos do pensamento crítico

Depois das críticas recebidas e sem argumentos de defesa por parte do governo, ficou evidente a falta de critérios paras os cortes, com a extensão deles a TODAS as universidades públicas brasileiras, denunciando que a ação é contra a universidade como instituição promotora do pensamento livre que horroriza quem prega o sufocamento da livre expressão e a dominação das ideias pela censura, pela força ou, como é o caso, pela supressão de verbas. Na UnB, durante os anos de chumbo, vivi isso na prática, como aluno.

O jornal-laboratório “Campus” deixou de circular em alguns semestres porque o então reitor, o capitão-de-mar-e-guerra José Carlos de Azevedo, agente do general-ditador de plantão, cortou a verba de impressão do jornal. Ainda outro dia, antes da eleição do atual capitão à presidência da República, livros de Filosofia, Sociologia, Religião e Direitos Humanos da Biblioteca Central da UnB foram  rasgados, cortados, riscados. Alguém aí acredita em coincidência?

Fernando Henrique Cardoso – que não é de esquerda, que é sociólogo e que foi acusado de tentar privatizar a educação, só pra lembrar – também condenou o corte observando que reduzir gastos com Filosofia e Ciências Sociais é um erro até estratégico, “como se por aí se resolvesse o que de fato conta para o povo: renda e emprego”.

Cada ato do atual governo deixa mais clara a intenção autoritária. Pelos corredores do Congresso já se começa a falar de duas possibilidades: 1) configura-se a cada dia o risco de uma ruptura institucional, diante da tentação autoritária;  2) Bolsonaro dificilmente conseguirá concluir seu governo, porque começa a perder apoio até junto às Forças Armadas, onde parecia ter seu mais forte sustentáculo.

O PDT terá candidato a prefeito de São Luís em 2020


Muita gente tem me questionado sobre a viabilidade do Partido Democrático Trabalhista (PDT) usar seu protagonismo político e sua aguerrida militância para mais uma vez apostar em um novo nome na disputa majoritária para a Prefeitura de São Luís, nas eleições de 2020.

Humildemente tenho respondido que em política tudo é possível de acontecer. Além disso, acredito que o PDT entrará sim, na corrida sucessória ao Palácio La Ravardière, sede da administração municipal na capital maranhense.

Mais uma inquietação gera uma indagação sobre quem seria esse nome. 


Sou suspeito para falar, mas hoje o nome mais forte que surge nas pesquisas internas do partido e com o forte apoio do senador Weverton Rocha é o do presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho, que está em seu terceiro mandato eletivo.

Com zero por cento de rejeição, a figura do chefe do Legislativo começa a ser uma carta na manga do PDT para mais uma vez assumir esse protagonismo eleitoral no pleito vindouro.

Vale aguardar pra ver! 

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Homenagem ao sindicalista Bil Lopes na Câmara


O empenho em favor da organização e das lutas dos servidores públicos por melhorias nas condições econômicas, de trabalho e sociais no Estado, desde 1991, motivou a Câmara de Vereadores de São Luís a conceder, na terça-feira, 30, o título de cidadania a Cleinaldo Castro Lopes, de iniciativa do vereador Cezar Bombeiro (PSD).

O homenageado é natural de Viana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Maranhão e membro da diretoria da Federação Nacional dos Servidores e Empregados Públicos Estaduais e o Distrito Federal. A proposta de reconhecimento ao trabalho do sindicalista foi do vereador Cézar Bombeiro (PSD), que é seu irmão e também natural de Viana.


A sessão solene foi presidida e secretariada por Cézar Bombeiro. A ela compareceram o representante do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), o secretário extraordinário de Relações Parlamentares, Nonato Chocolate; o primeiro-secretário da Federação das Indústrias do Estado, Pedro Holanda da Costa; o major Vieira, pertencente ao Corpo de Bombeiros do Maranhão; parte da banda da corporação de Bombeiros, além de sindicalistas e familiares do homenageado.

Emocionado, o vereador lembrou, da tribuna, ao irmão: “Você, que é negro como eu, não sabe o que é, nesta condição, usar esta tribuna. Estou aqui há dois anos e quatro meses e não me recordo de homenagem a um negro. Talvez tenha faltado a tal sessão”. Votando-se à plateia, completou: “Resolvi conceder um título a meu irmão para fazer justiça com ele. É um sindicalista, com muitos serviços prestados aos trabalhadores, nesta cidade e fora dela. Honras este título, esta cidade e esta população, mais do que vens honrando”, conclamou.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Bombeiro tem encontro proveitoso com a bancada maranhense em Brasília

Bombeiro e Eduardo Braide
O líder do PSD na Câmara Municipal de São Luís, vereador Cezar Bombeiro, teve intensa agenda política em Brasília, na semana passada. Na oportunidade, o parlamentar peregrinou por todos os gabinetes dos deputados federais do Maranhão, em busca de apoio à Proposta de Emenda Constitucional 372/17, que cria a Polícia Penal Brasileira.

Após conversas, Bombeiro se reuniu com o deputado Eduardo Braide (PMN), tendo recebido importante apoio do representante da bancada em prol de projetos que o vereador pretende apresentar no Legislativo da capital maranhense, visando a melhoria da qualidade de vida da população.

O representante do PSD preferiu não tornar público o teor dos diálogos, pelo menos no momento, para evitar eventuais especulações políticas, que podem até atrapalhar o andamento das proposições.

Cezar Bombeiro, no entanto deixou bem claro que Eduardo Braide, como um dos fortes candidatos a prefeito de São Luís, em 2020, continuará sua peregrinação em visitar comunidades para ouvir anseios coletivos e ao mesmo tempo colher subsídios para um futuro plano de governo com a participação popular. 

"A verdade é que o crescimento da sua candidatura já é vista com muita intensidade na cidade de São Luís e tende a crescer muito mais", afirmou Cézar Bombeiro.

Hoje é o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador


Nesta quarta-feira, 1º de Maio, queremos saudar a todos os trabalhadores por mais essa data comemorativa, ainda que a mesma sirva também para um dia de reflexão, em especial no Brasil onde atualmente temos uma legião de mais de 13 milhões de pessoas desempregadas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

terça-feira, 30 de abril de 2019

Após renúncia Luís Fernando se volta para o mundo aeroespacial de Alcântara


O ex-prefeito reeleito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva (PSDB), que renunciou ao cargo recentemente, deixou o ostracismo político e resolveu expor sua visão sobre o uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), com o acordo de salvaguardas tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos (EUA).

Luís Fernando utilizou o espaço da coluna de opinião de O Imparcial para falar sobre o título: "Alcântara, Maranhão e o mundo aeroespacial".

É indiscutível a importância que Alcântara terá no cenário da corrida espacial mundial após o Congresso Nacional aprovar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), celebrado entre o Governo Brasileiro e os Estados Unidos, que visa a utilização comercial do Centro de Lançamento localizado na cidade, para o envio de foguetes ao espaço. A esperança é a de que todo o potencial do Centro, principalmente por sua proximidade com a linha do Equador, permitirá uma economia de até 30% de combustível, seja explorado e traga para nós, maranhenses, investimentos da ordem de bilhões de dólares....


segunda-feira, 29 de abril de 2019

Dino chama de preconceituosa declarações de Doria contra Lula


O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou a postura "preconceituosa" do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que no domingo, 28, rebateu a entrevista concedida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos jornais Folha de S. Paulo e El País, em que disse, entre outras coisas, que o Brasil era governado por ‘um bando de maluco’.

Para o governador paulista a entrevista de Lula o surpreendeu. "Nunca vi presidiário dar entrevista na prisão. É um fato inédito no Brasil. O ex-presidente e presidiário Luiz Inácio Lula da Silva parece estar em um processo avançado de esclerose”, disse Doria.

As declarações do tucano atingiram no fígado o governador maranhense, que retrucou as críticas de Doria e saiu em defesa do aliado.

Nas redes sociais, Flávio Dino considerou as palavras do governador de São Paulo como extremamente preconceituosa. "Declaração altamente preconceituosa contra os mais idosos. Realmente deplorável", alfinetou o governador do Maranhão.

domingo, 28 de abril de 2019

Eleitorado de São Luís terá uma variedade de candidatos a prefeito


Até agora o único nome já confirmado como pré-candidato à Prefeitura de São Luís, para as eleições municipais de 2020, é o do nobre deputado estadual Neto Evangelista. A confirmação ocorreu, na sexta-feira passada, 26, durante Convenção Estadual do DEM, no Multicenter Sebrae.

A disposição do partido e do parlamentar, em oficializar a pré-candidatura, abre brechas para que outros nomes que almejam o mesmo intento, passem a fazer em breve.

Ao que parece, São Luís deve ter uma variedade de "bem intencionados" a transformar a capital maranhense em Paris. Além de Neto Evangelista, novas figuras políticas como o deputado Duarte Junior (PCdoB), o secretário Rubens Pereira Junior (PCdoB), o vice-prefeito e professor Júlio Pinheiro (PCdoB) também aprecem no rol de candidatáveis à sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Além disso existem outros nomes gravitando em torno da ascensão ao Palácio La Ravardière, sede do governo municipal, como o deputado federal Eduardo Braide (PMN), o deputado estadual Adriano Sarney (PV), o presidente da Câmara de São Luís Osmar Filho (PDT), o vereador e atual vice-presidente do Legislativo Astro de Ogum (PR), entre outros pretensos concorrentes que devem se aventurar no pleito vindouro.

Pelo visto, falta apenas cada um dos eventuais pré-candidatos combinar com o eleitorado de São Luís para seguir o caminho da urna eletrônica.

A sorte está lançada!

sábado, 27 de abril de 2019

Veja a íntegra da entrevista de Lula à Folha e El País

À Folha e ao El País, o ex-presidente Lula fala sobre prisão, o ministro da Justiça Sérgio Moro, o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal (STF).

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Senador do PDT é contra privatização dos Lençóis Maranhenses


O senador Weverton Rocha (PDT) se manifestou contrário à possibilidade de privatização dos Lençóis Maranhenses, proposta que foi avaliada nas redes sociais pelo ministro do Turismo, Ricardo Salles, após ter se hospedado, dois dias da semana passada, em Barreirinhas, e conversado com políticos da região. 

Em postagem recente o ministro declarou: "...Se concedido ao setor privado então, se tornará um dos principais destinos do ecoturismo do mundo".

Já em entrevista ao site O Antagonista, o senador maranhense disse que "manter a gestão governamental é importante para garantir que a economia gire sem agressão ao meio ambiente”.

"Entendo que a exploração do parque por meio do turismo sustentável é uma saída, que vai, inclusive, ajudar a melhorar a renda na região. Mas, para que isso ocorra, é preciso um estudo correto, que aponte o melhor caminho", ressaltou o parlamentar.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Juiz federal pode sair candidato a prefeito pelo PSL de Bolsonaro

O juiz federal Roberto Veloso ao lado do ministro da Justiça, Sérgio Moro, em recente solenidade
O presidente estadual do PSL no Maranhão e vereador de São Luís, Chico Carvalho, informou nesta quarta-feira, 24, com exclusividade ao programa Câmara em Destaque (Rádio Educadora AM-560 Khz) que a legenda está aberta ao diálogo caso o juiz federal Roberto Veloso decida largar a toga e se lançar candidato a prefeito da capital maranhense, em 2020.

"Estamos nos articulando para que o PSL tenha o maior número de candidatos majoritários nos 217 municípios maranhenses. Aqui em São Luís, também estamos abertos ao diálogo para termos um candidato que seja competitivo para ganhar as eleições à Prefeitura da capital", afirmou Chico Carvalho.

O dirigente partidário garantiu que ainda não fechou questão com a possibilidade do juiz Roberto Veloso sair candidato pelo PSL, mas, segundo Carvalho, se houver entendimento da maioria do partido e se houver a concretização do fato, não haverá nenhum problema, pois a legenda vai entrar sim na disputa majoritária.

Para Chico Carvalho, daqui pra frente tudo dependerá de entendimentos.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Cautela e caldo de galinha na privatização dos Lençóis Maranhenses

O deputado federal Pedro Lucas (PTB-MA) pede cautela na discussão sobre privatização dos Lençóis Maranhenses
Até o momento a única voz da bancada federal maranhense que ecoou e pediu "cautela" sobre a possibilidade de privatização da área de preservação ambiental dos Lençóis Maranhenses foi a do deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB).

O parlamentar concedeu entrevista ao site O Antagonista no qual revela preocupação com as perspectivas que estão sendo feitas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) em entregar toda a área à iniciativa privada para exploração do chamado Ecoturismo.

A viabilidade já foi até alvo de comentários, nas redes sociais, do ministro do Turismo, Ricardo Salles, que esteve em Barreirinhas (MA), nos últimos dias 17 e 18, conversando com autoridades políticas da região e do estado.

Em seu comentário o ministro declarou: "...Se concedido ao setor privado então, se tornará um dos principais destinos do ecoturismo do mundo".

Para Pedro Lucas, o ministro precisa deixar bem claro o que disse sobre o assunto. "A gente espera que o governo (federal) apresente sua proposta, para podermos qualificar o debate. As concessões não podem focar apenas no lucro, em ganhar dinheiro. É necessário centrar em investimento de infraestrutura", ressaltou.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Querem privatizar os Lençóis Maranhenses

Ministro do Turismo, Ricardo Salles, nos Lençóis Maranhenses
Por Mario Carvalho
Editor deste Blog

Eis que me deparo nesta segunda-feira, 22, com tamanha notícia de inquietação anunciada pelo portal de O Imparcial de que o ministro do Turismo, Ricardo Salles, já avalia a possibilidade real de privatizar os Lençóis Maranhenses, considerado o mais novo símbolo do Ecoturismo Mundial.

Não sou contra privatizações, mas é preciso, acima de tudo cautela, principalmente quando falamos em um bem natural, que precisa ser preservado em nosso planeta. A necessidade de uma política de desenvolvimento sustentável é algo fundamental, irrestrito e amplamente discutível com a sociedade.

Numa clara visão liberal, tamanha a voracidade manifestada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o ministro Ricardo Salles já disparou nas redes sociais sua visão empresarial sobre os Lençóis Maranhenses: "...Se concedido ao setor privado então, se tornará um dos principais destinos do ecoturismo do mundo".

Vale ressaltar que Ricardo Salles esteve por terras de Gonçalves Dias, nos últimos dias 17 e 18, para discutir e fazer eventuais acordos institucionais com o governado Flávio Dino (PCdoB) sobre a destinação dos Lençóis Maranhenses.

Para o ministro, o primeiro passo é aplicar no Estado o Zoneamento Econômico e Ecológico (ZEE), que nada mais significa do que delimitar territórios e atribuir usos e atividades adequadas a cada um, de acordo com suas especificidades.

Com a palavra o governo estadual!

sábado, 20 de abril de 2019

Marina Silva volta à cena e critica ministro de Meio Ambiente


A ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata à Presidência da República nas últimas eleições Marina Silva, usou suas redes sociais para apoiar as críticas públicas feitas pelos servidores do Ministério Ambiente contra o atual ministro, Ricardo Salles. Ela classificou a atitude de Salles de querer processar servidores como uma “aberração”, e falou em “falta de compromisso” do ministro “com a agenda ambiental”.

As críticas foram feitas nesta quinta, em repercução à carta divulgada pelos servidores públicos do Meio Ambiente se posicionando contra o que chamaram de “destruição da gestão ambiental federal” que estaria sendo aplicada pelo ministro do governo Jair Bolsonaro. Ricardo Salles não comentou a carta dos servidores, mas rebateu Marina Silva em seu twitter, mencionando denúncias contra os familiares da ex-ministra.

A fundadora da Rede Sustentabilidade tem sido ativa nas redes sociais comentando as ações do governo e do ministro Ricardo Salles. Na última semana, Marina criticou a política do governo para a Amazônia.

Com informações do Congresso em Foco

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Juiz repõe a ordem no terreno da Feira Livre do Vinhais


Bastante sensata a determinação do juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, de considerar ilegal a interdição do terreno no bairro do Vinhais que serve de espaço para funcionamento da Feira Livre na área, todas as quartas-feiras.

A interdição do terreno ocorreu por parte do suposto proprietário da área, o empresário César Roberto Botelho Araújo, que garante ter farta documentação de posse do local. Apesar disso, a Prefeitura ainda não se manifestou se o terreno é de origem pública ou pertencente a terceiros. O imbróglio continua.


No entanto, o juiz Douglas Martins (foto) restabeleceu temporariamente a ordem ao garantir, por meio de um pedido de tutela de urgência, que no prazo de cinco dias todos os contêineres colocados no terreno fossem retirados e que o suposto proprietário se "abstenha" de ocupar a área, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, em caso de descumprimento da decisão judicial.

O blog teve informações de que o empresário está retirando os contêineres, obedecendo a ordem judicial.

Vale aguardar agora a decisão de mérito!