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quarta-feira, 26 de novembro de 2025
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CCJ dá parecer favorável a MP que institui o programa ‘Maranhão Acolhe’
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira (25), a Medida Provisória 514/2025, de autoria do Poder Executivo, que institui o programa ‘Maranhão Acolhe’, destinado a gestantes e recém-nascidos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa tem a finalidade de garantir condições básicas de cuidado, segurança e bem-estar da criança, fortalecendo a proteção à maternidade e à infância.
“O programa Maranhão Acolhe pretende salvaguardar as gestantes, principalmente as que estão em situação de vulnerabilidade social. Além disso, o programa atrela este benefício à necessidade de que estas mulheres façam seus exames pré-natal de maneira regular“, destacou o presidente da CCJ, deputado Florêncio Neto (PSB).
A MP tem como objetivo garantir às gestantes e recém-nascidos usuários do SUS os itens básicos e essenciais para os primeiros meses de vida, assegurando condições básicas de cuidado, segurança e bem-estar da criança.
O programa atenderá a gestantes e seus filhos acompanhadas pela rede pública de saúde do Maranhão e inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cad Único); famílias que utilizem os serviços de saúde da rede estadual e municipal, mediante comprovação de acompanhamento pré-natal ou atendimento hospitalar pelo Sistema Único de Saúde, bem como estejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
Segundo a MP, será fornecido um kit de apoio composto por itens de uso básico do recém-nascido de higiene e vestuário. A execução do programa caberá à Secretaria de Estado da Saúde, em articulação com a Secretaria de Estado da Administração e os municípios maranhenses, podendo contar com a cooperação de órgãos e entidades públicas ou privadas.
A reunião da CCJ contou ainda com a presença dos deputados Rodrigo Lago (PCdoB), Ariston (PSB), Ricardo Arruda (MDB) e Neto Evangelista (União).
terça-feira, 25 de novembro de 2025
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Nesta primeira fase, as fiscalizações e diligências foram concentradas nos postos de revenda de combustíveis localizados em São Luís (7), Imperatriz (4), Caxias (3) e Timon (2), onde foram identificadas diversas irregularidades graves, entre elas:
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Governo do Maranhão sanciona lei que cria auxílio financeiro para crianças e adolescentes órfãos do feminicídio
“Tenho certeza que onde minha mãe estiver, ela está muito feliz, pois esta iniciativa vai ajudar não só os filhos dela, mas os de muitas outras pessoas”. A fala é de Herlen Ferreira, adolescente que ficou órfã ao perder a mãe em decorrência do feminicídio este ano e se refere à sanção da lei que cria auxílio financeiro, feita pelo Governo do Maranhão nesta segunda-feira (24), garantindo acesso imediato e prioritário à educação para crianças e adolescentes órfãos de feminicídio.
Na mensagem governamental de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador Carlos Brandão afirmou que a proposição vai suprir as necessidades básicas dos órfãos, decorrentes da perda da mãe e prisão do genitor (na maioria das vezes), em razão do crime de feminicídio, que acarreta, muitas vezes, em grave situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Durante a solenidade de sanção da lei, realizada no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, o governador Carlos Brandão ressaltou que a medida é um gesto de justiça, para garantir dignidade, acolhimento e uma oportunidade de recomeço a essas famílias.
“Desde o primeiro momento compreendemos que se tratava de uma iniciativa que ultrapassa o campo jurídico e financeiro. É uma resposta humanitária, que reconhece o impacto profundo que o feminicídio causa nas famílias e, especialmente, nas crianças que ficam sem as mães”, declarou o governador.
Brandão também aproveitou a oportunidade para fazer um chamamento a todos os poderes constituídos e à sociedade maranhense.
“Hoje é também uma oportunidade de debatermos com todos os poderes e a sociedade civil o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Somente no primeiro semestre deste ano, a Justiça concedeu 13 mil medidas protetivas. No entanto, dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que 60% das mulheres vítimas de violência ainda têm algum tipo de receio de denunciar seus agressores. Precisamos garantir às mulheres que são agredidas a confiança e segurança necessária para buscarem a ajuda dos órgãos competentes para quebrarem o ciclo de violência”, pontuou.
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