sexta-feira, 2 de outubro de 2026

"Minha não ida ao debate foi desastre para TV Globo", ironiza Lula

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (2) que a sua "não ida ao debate foi um desastre pra Globo", e que a entrevista dele ao Flow Podcast, na noite dessa quinta (1º), "teve mais audiência que a novela" da emissora.

"Ontem vocês viram o que aconteceu com a Globo. Até agora, tá pensando o que aconteceu, que Lula não veio no debate e o podcast que participei teve mais audiência que a novela", comentou. "Demonstração que, se a gente tiver coragem, determinação, a gente não é manipulado pelos meios de comunicação", acrescentou o mandatário durante comício no centro do Rio de Janeiro.

O petista ainda acrescentou que sua ausência no programa reunindo presidenciáveis, que acabou cancelado pela TV após decisões judiciais do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi ruim para a emissora.

"Vocês viram ontem que a minha não ida ao debate da Globo, que para alguns parecia um desastre, o desastre foi para a Globo, vocês viram. Ela ontem descobriu que não é dona de tudo", completou.

A avaliação de que a estratégia deu certo é compartilhada pela direção do PT. Mais cedo, em conversa com o SBT News no "News Manhã", o secretário nacional de comunicação do partido disse que, segundo balanço fechado na manhã desta sexta, a entrevista ao Flow rendeu mais de 17 milhões de visualizações.

O número leva em consideração views acumulados tanto na transmissão matriz do podcast apresentado por Igor 3k quanto nas reproduções feitas pelo canal oficial de Lula no YouTube e por outros perfis na rede social.

"Nos cálculos da própria plataforma, a cada visualização, três pessoas assistiram. Foi recorde essa audiência. A gente já tinha feito essa mesma estratégia em 2022. Tinha dado 1,2 milhão de views", relatou Éden Valadares.

Também nesta sexta, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, informou que Lula comparecerá a debates em eventual segundo turno, provavelmente contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e reforçou que a decisão de não participar no primeiro já havia sido anunciada e não foi uma surpresa.

Com informações do SBT News

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

 


Durante a campanha para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, pelo menos 554 vídeos e imagens do tipo deepfake foram publicadas nas redes sociais, conforme levantamento do projeto VigIA, realizado pela agência de checagem Lupa, que monitora o uso de IA no pleito.

Desses, 29 foram disseminados por perfis de candidatos ou partidos, o que pode gerar sanções. 

Deepfakes são conteúdos produzidos ou editados com ferramentas de IA a partir da imagem de uma pessoa real, manipulada de forma que ela apareça falando frases ou realizando atos que não são reais. 

O Tribunal Superior Eleitoral proibiu essas publicações, que podem acarretar até na cassação da candidatura ou do mandato, mas também ressalvou que, para isso, elas devem estar caracterizadas como propaganda política e apresentar verossimilhança capaz de enganar o eleitor.

Desafio

Relatório publicado nesta quinta-feira (1°) pelo projeto VigIA identificou que deepfakes foram os principais conteúdos criados ou editados com IA e publicados nas redes sociais neste período eleitoral.

Eles correspondem a 60% do total de 920 publicações coletadas entre os dias 16 de agosto e 28 de setembro. 

Destacam-se entre as deepfakes mais recorrentes, vídeos em que jornalistas anunciam notícias inventadas e celebridades manifestam, falsamente, apoio a candidatos. 

A maioria das postagens falsas (525) foram feitas por usuários comuns, incluindo muitos anônimos. Para a pesquisadora responsável pelo relatório, Beatriz Farrugia, esse dado revela um desafio para a aplicação da lei eleitoral: 

"Se a gente quer bloquear de toda maneira a publicação de deepfakes pelo risco que impõe ao entendimento das pessoas sobre os eventos políticos, a gente precisa considerar que a maior parte desses conteúdos tem partido de contas de usuários e de avatares anônimos. Aqui a Justiça precisaria trabalhar com as plataformas para tentar identificar essas pessoas"

Sinalização

O relatório também identificou outra prática que contraria a legislação eleitoral. O uso de IA é permitido desde que as peças criadas ou manipuladas com o auxílio dessas ferramentas sejam sinalizadas, o que não ocorreu na maioria dos casos.  

Dos 920 conteúdos identificados, apenas 371 estavam devidamente rotulados como material feito com IA, cerca de 40%. Considerando as 549 publicações irregulares, 75 foram feitas por candidatos ou partidos. 

VigIA em números

Ao todo, o VigIA coletou 1.941 conteúdos político-eleitorais suspeitos, ao longo do período analisado. Por enquanto, 972 imagens e vídeos foram analisados, com 920 casos confirmados de uso de IA. 

A investigação é feita em parceria com o Laboratório de Inteligência Artificial (Recod.ai) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Três ferramentas de detecção de IA são aplicadas para procurar indícios de uso dessas ferramentas, e depois o resultado passa pelo crivo dos pesquisadores. 

Além dos deepfakes, há também conteúdos sintéticos, em que a tecnologia foi usada para criar ou modificar aspectos da publicação, sem imputar a uma pessoa fala ou atos que não aconteceram.

Para a fundadora e gerente de Inteligência e Formação da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, os números mostram que a IA "já faz parte da comunicação política cotidiana, e não só de episódios isolados"

"Quando encontramos quase um conteúdo com IA por hora e vemos que a maioria não sinaliza o uso da tecnologia, temos uma dimensão do desafio que esse cenário representa não só para o eleitor como para os órgãos fiscalizadores”, acrescenta. 

De forma geral, a promoção de candidaturas foi a finalidade mais frequente entre os conteúdos identificados pelo VigIA, aparecendo em 414 dos 920 casos (45%). No entanto, um quarto dos conteúdos trazem ataques contra candidatos ou outras pessoas.

Há também uma proporção parecida de peças em que a IA foi utilizada para produzir conteúdo de humor ou sátira. 

Eleições

O cenário nacional foi mais explorado, com grande foco nas eleições presidenciais. Em consonância, o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi a principal figura pública retratada nas peças, aparecendo em 379 publicações. Em seguida, vem Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula, com 190 aparições. 

No caso de Lula, 39% das publicações eram de humor ou sátira e outras 34% buscavam atacar sua candidatura. Já entre as publicações com Flávio Bolsonaro, 40% buscavam favorecê-lo e 28% traziam conteúdo humorístico ou satírico. 

A predominância de usuários comuns como principais publicadores se manteve na análise geral, e 47% dos autores têm esse perfil.

No entanto, o relatório também destaca que 27% das publicações partiram de perfis desconhecidos, proporção maior do que os 24,5% referentes às contas oficiais das candidaturas. 

Justiça Eleitoral entra na reta final da preparação das urnas

 

A dois dias do primeiro turno das Eleições 2026, a Justiça Eleitoral está na fase final dos preparativos para disponibilizar as urnas eletrônicas nos locais de votação em todo o país.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os equipamentos passam por etapas como geração de mídias, carga dos sistemas, testes e lacração antes de serem encaminhados para uso no pleito.

O TSE destaca que a chegada da urna à seção eleitoral é resultado de uma extensa operação logística coordenada pelos tribunais regionais eleitorais (TREs).

A estrutura envolve a distribuição dos equipamentos para milhares de locais de votação espalhados pelo território nacional, incluindo áreas urbanas, comunidades rurais e regiões de difícil acesso.

As informações divulgadas pelos tribunais indicam que os trabalhos de preparação seguem próximos da etapa final.

TSE

O TSE explica que a jornada da urna eletrônica até o eleitor envolve diversas etapas de preparação antes da votação, incluindo procedimentos técnicos e logísticos coordenados pela Justiça Eleitoral em todo o país.

Embora os tribunais não detalhem publicamente o cronograma de entrega de cada equipamento aos locais de votação, as publicações mais recentes da Justiça Eleitoral mostram o avanço das etapas de preparação das urnas em diversos estados.

A logística é considerada uma das etapas mais complexas da eleição. Segundo o TSE, cada urna é preparada especificamente para a seção onde será utilizada, o que exige controle sobre a movimentação dos equipamentos e acompanhamento das diferentes fases do processo até a abertura da votação.

Com informações da Agência Brasil

EUA e Austrália fecham embaixadas no Brasil às vésperas da eleição

 

As embaixadas dos Estados Unidos (EUA) e da Austrália no Brasil anunciaram a suspensão dos serviços consulares a partir desta sexta-feira (2) em todas as cidades com  atendimento presencial, alegando questões de segurança. Porém, não detalharam quais seriam as possíveis ameaças.

Austrália e EUA mantêm parceria na área de inteligência chamada de Five Eyes (Cinco Olhos, em português). Em nota, o governo australiano cita até mesmo risco de “terrorismo” às vésperas do 1º turno das eleições gerais.

A suspensão das atividades consultares dos EUA e Austrália ocorre em meio aos alertas de especialistas e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre possíveis novas interferências do governo de Donald Trump na eleição brasileira. 

Em comunicado, a representação dos EUA no Brasil alegou que a suspensão ocorre “devido a preocupações com a segurança”.

“Cidadãos americanos que necessitem de assistência emergencial durante esse período não devem se dirigir à Embaixada, aos Consulados ou a outras instalações diplomáticas americanas”, diz o comunicado.

Com isso, os consulados dos EUA em Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo devem ficar fechados. Em caso de assistência emergencial, a embaixada pede que os estadunidenses entrem em contato por meio dos contatos do plantão.   

A Embaixada da Austrália, em nota, também justifica a suspensão das atividades por questões de segurança, cita a mesma decisão da Embaixada dos EUA e alerta sobre ataques terroristas como uma “ameaça mundial”.

“Esteja atento a possíveis ameaças, especialmente em locais públicos. Terroristas podem ter como alvo áreas turísticas ou outros locais frequentados por estrangeiros e onde grandes multidões possam se reunir”, diz comunicado do site do governo australiano dedicado aos turistas no Brasil. 

O governo australiano classificou o Brasil no nível 2 de alerta que recomenda “exercer um alto grau de cautela”. A escala de alertas da Austrália vai do 1 ao 4.

Five Eyes  

Austrália, EUA, Nova Zelândia, Reino Unido e Canadá formam uma parceria de inteligência chamada Five Eyes, construída desde o final da segunda guerra mundial, em 1946.

O acordo prevê a cooperação entre essas nações em áreas como segurança, inteligência e defesa. 

Com informações da Agência Brasil

Datafolha 2º turno: Lula marca 48% contra 45% de Flávio


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48% das intenções de voto, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL), em um cenário simulado de segundo turno.

Votos brancos e nulos somam 6%, enquanto só 1% dos entrevistados não souberam responder em qual dos dois testados votariam.

A diferença de 3 pontos percentuais entre os candidatos configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na última pesquisa, em 24 de setembro, Lula tinha 47% e Flávio, 45%.

Esse é o primeiro Datafolha desde a proibição das bets no Brasil, determinada por Lula em medida provisória na última sexta-feira (25). Desde então, também explodiu o caso Nossa Senhora Aparecida, que associou o candidato do PL e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro a um projeto de lei arquivado que propôs a remoção do título de padroeira do Brasil à figura religiosa.

As publicações nas redes que vincularam as informações a Flávio chegaram nesta quarta-feira (30) ao plenário virtual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve a decisão de remover os posts. Porém, a publicação do humorista Antonio Tabet, que motivou a ação original, foi mantida depois de uma mudança no voto do ministro André Mendonça.

A pesquisa também mostra confrontos apertados entre o petista, primeiro colocado em intenções de voto no primeiro turno, e os restantes dos candidatos à Presidência. Leia abaixo os cenários:

O Datafolha entrevistou 2.506 eleitores do Brasil entre 28 de setembro e 1º de outubro. A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pelo Jornal Folha de São Paulo e possui uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos com índice de confiança de 95%. O número de registro na Justiça Eleitoral é BR-08039/2026.

As eleições para presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais são realizadas neste domingo (4). Um eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Com informações do SBT News

Datafolha, 1º turno: Lula tem 45% dos válidos e Flávio, 40%


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do 1º turno da corrida presidencial com 45% dos votos válidos, contra 40% do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Na sequência, aparecem o escritor Augusto Cury (Avante), com 4%, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), ambos com 3%.

A três dias do primeiro turno, que começa neste domingo (4), o instituto passa a destacar a relação dos válidos, que exclui as intenções de votos nulos e brancos, além dos indecisos.

No levantamento anterior, em 24 de setembro, Lula tinha 43% de votos válidos, ante 39% de Flávio, uma diferença de quatro pontos percentuais, configurando empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Desde então, a disparidade entre os candidatos cresceu de forma marginal em um ponto percentual às vésperas das eleições. Na análise que considera os votos não válidos, Lula tem 42% e Flávio, 38%. Na semana passada, eram 40% a 36%, mantendo a mesma diferença.

Leia abaixo o cenário estimulado completo:

Lula (PT): 45%
Flávio Bolsonaro (PL): 40%
Escritor Augusto Cury (Avante): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Romeu Zema (Novo): 1%
Samara Martins (UP): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Edmilson Costa (PCB): 0
Rui Costa Pimenta (PCO): 0
Hertz Dias (PSTU): 0
Clariana Barão (DC): 0
Leonardo Avalanche (PRTB): 0

Esse é o primeiro Datafolha desde a proibição das bets no Brasil, determinada por Lula em Medida Provisória na última sexta-feira (25/9), além da irrupção do caso Nossa Senhora Aparecida, que associou o candidato do PL e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro a um projeto de lei arquivado que propôs a remoção do título de padroeira do Brasil à figura religiosa.

As publicações nas redes que vincularam informações falsas sobre Flávio chegaram nesta quarta-feira (30) ao plenário virtual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que formou maioria para a remoção dos posts.

O Datafolha entrevistou 2.506 eleitores do Brasil entre 28 de setembro e 1º de outubro. A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pelo Jornal Folha de São Paulo e possui uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos com índice de confiança de 95%. O número de registro na Justiça Eleitoral é BR-08039/2026.

Com informações do SBT News

Eleição neste domingo terá Lei Seca e onde?


A venda e o consumo de bebidas alcoólicas terão restrições em 14 estados durante o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (4). 

As regras, porém, não são iguais em todo o país: em alguns locais a proibição vale para todo o território, enquanto em outros foi determinada apenas por juízes eleitorais de determinadas zonas.

O cenário também sofreu alterações às vésperas da votação. O Ceará decidiu adotar a restrição nesta sexta-feira (2), enquanto municípios de Rondônia também passaram a ter regras específicas.

A chamada Lei Seca não é uma determinação nacional. As regras são estabelecidas de acordo com decisões dos tribunais regionais eleitorais, secretarias de Segurança Pública e juízos eleitorais, conforme cada estado.

Veja a lista completa:
 

SituaçãoEstados
Lei Seca em todo o território Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Roraima, Piauí, Maranhão, Ceará.
Lei Seca em áreas específicasBahia, Tocantins, Sergipe, Mato Grosso, Goiás, Rondônia
Sem Lei SecaAlagoas, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraíba, Pernambuco 
Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte
Lei Seca só se juízes definiremRio Grande do Sul

Beto Castro é eleito presidente da Câmara para o biênio 2027-2028


A Câmara Municipal de São Luís elegeu, nesta quinta-feira, 1º, a nova Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. O vereador Beto Castro (Avante) foi eleito presidente da Casa com 21 votos.

A eleição corresponde à 104ª escolha da Mesa Diretora e foi conduzida pelo atual presidente da Câmara, vereador Paulo Victor (PSB). A primeira e a segunda secretarias dos trabalhos foram ocupadas, respectivamente, pelos vereadores Daniel Oliveira (PSD) e Rosana da Saúde (Republicanos).

Durante a sessão, Paulo Victor apresentou as regras do pleito, que contou com votação aberta e nominal para a chapa completa. O presidente foi o último vereador a votar. Conforme estabelecido para a eleição, a chapa precisava obter maioria absoluta, correspondente a 16 votos.

O presidente da Câmara também destacou a legitimidade do processo eleitoral, mantido por decisão liminar do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Ricardo Duailibe. A realização do pleito em outubro do ano anterior ao início do mandato está prevista na Lei Orgânica de São Luís, após alteração recente, e está de acordo com entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

A eleição foi convocada pelo Edital nº 003/26, publicado no Diário Oficial do Poder Legislativo em 25 de agosto, e posteriormente retificado pelo Edital nº 145/26, de 15 de setembro.

Chapa única

A eleição contou com a inscrição de apenas uma chapa, denominada “Gael Coração Valente”. A composição ficou definida da seguinte forma:

● Beto Castro (Avante) – presidente;

● Thyago Freitas (PRD) – 1º vice-presidente;

● Octávio Soeiro (PSB) – 2º vice-presidente;

● Daniel Oliveira (PSD) – 3º vice-presidente;

● Raimundo Penha (PDT) – 1º secretário;

● Coletivo Nós (PT) – 2º secretário;

● Edson Gaguinho (PP) – 3º secretário;

● Rosana da Saúde (Republicanos) – 4ª secretária;

● Raimundo Júnior (Podemos) – 5º secretário.

Dos 31 vereadores, 21 participaram da votação e 10 estavam ausentes. A chapa recebeu os 21 votos dos parlamentares presentes. Beto Castro foi o 16º parlamentar a votar.

Compromisso

Após a proclamação do resultado, Beto Castro agradeceu aos vereadores pela confiança e afirmou que pretende conduzir uma gestão baseada no diálogo e no respeito às instituições.

“A Câmara precisa de uma reformulação. Sem desconsiderar a contribuição da atual gestão que deixa seu legado para a população de São Luís, mas a partir de janeiro teremos a oportunidade de imprimir a nossa administração. Peço sabedoria a Deus, pois Ele sim nos capacita na tomada de decisão”, afirmou o presidente eleito.

Segundo Beto Castro, a nova gestão terá como princípios o diálogo, a igualdade e o respeito à democracia.

Posse

De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de São Luís, a nova Mesa Diretora tomará posse em 1º de janeiro de 2027 e comandará o Legislativo municipal pelo período de dois anos.

Participaram da votação os vereadores Coletivo Nós (PT), Concita Pinto (PSB), Edson Gaguinho (PP), Marlon Botão (PSB), Antônio Garcez (PP), Coletivo Unidos (PRD), Marcelo Poeta (PSB), Cléber Filho (MDB), Marcos Castro (PSD), Raimundo Penha (PDT), Beto Castro (Avante), Octávio Soeiro (PSB), Andrey Monteiro (Republicanos), Thyago Freitas (PRD), Fábio Macedo (Podemos), Raimundo Júnior (Podemos), Daniel Oliveira (PSD), Paulo Victor (PSB), Rosana da Saúde (Republicanos), Astro de Ogum (PCdoB) e Wendell Martins (Podemos).

Estiveram ausentes Aldir Júnior (PL), Flávia Berthier (PL), Clara Gomes (PSD), Thay Evangelista (Republicanos), Douglas Pinto (PSD), Dr. Joel (PSD), Marquinhos (União Brasil), André Campos (Republicanos), Professora Magnólia (PV) e Nato Júnior (PSB).

Homem é preso ao tentar invadir a sede do STF em Brasília


Um homem foi preso no início da noite desta quinta-feira (1) ao tentar invadir o edifício-sede do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com informações das equipes de segurança da Corte, o homem tentou pular a grade de segurança e jogou uma mochila no telhado de uma parada de ônibus. 

"Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo", informou o STF. 

Neste momento, a Polícia Militar do Distrito Federal realiza uma operação com equipes do esquadrão antibomba. Mais tarde, a PM descartou bomba na mochila e encerrou a operação.

"O perímetro foi isolado e permanece sob controle das equipes, aguardando a chegada do Esquadrão Antibombas para avaliação e procedimentos de segurança", informou a PMDF. 

A Esplanada dos Ministérios foi fechada e a área do STF foi isolada para o trabalho de varredura. 

No momento da tentativa de invasão, o presidente do STF, Edson Fachin, já tinha deixado o prédio. No sede, fica a presidência, o plenário, a diretoria-geral e área de imprensa do STF. 

Com informações da Agência Brasil

TSE: denúncias eleitorais pode ser feitas pelo aplicativo Pardal


Às vésperas do primeiro turno das eleições, a Justiça eleitoral continua recebendo denúncias de propaganda irregular. Até o momento, 51.395 notificações foram feitas por meio do aplicativo Pardal, sistema eletrônico criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para receber esse tipo de ocorrência.

Criado há 10 anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Pardal permite o registro de ocorrências em todo o país. Podem ser encaminhadas irregularidades como propaganda eleitoral antecipada, compra de votos, uso da máquina pública, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação..

Entre as denúncias, o principal tipo, responsável por 43,78% dos registros, é de propaganda irregular ou fora dos padrões em vias públicas. Em seguida, aparecem propagandas irregulares em propriedades particulares (11,94%), como pinturas de muros fora dos padrões aceitos pelo TSE, e publicidade em bens públicos, como murais em prédios públicos ou publicidade institucional.

Durante o período eleitoral, esse tipo de publicidade só é permitido em situação excepcional e com autorização da Justiça Eleitoral.

Como denunciar

O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares e tablets desde 16 de agosto deste ano, quando começou oficialmente a veiculação de propaganda eleitoral na internet e nas ruas.

Para acessar o Pardal é necessário fazer login com a senha do e-Título. O nome do autor da denúncia é mantido em sigilo.

As denúncias devem conter informações sobre o local, a descrição do fato, além de fotos, vídeos, áudios ou links que possam ajudar na análise da ocorrência.

O aplicativo pode ser baixado Google Play ou na App Store: Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.jus.trees.pardalmobile&hl=pt_BR

- App Store: https://apps.apple.com/br/app/pardal/id1138128680

Quando a denúncia não puder ser feita pelo Pardal, o usuário será encaminhado para outros canais, como o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade) ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) do estado.

A propaganda eleitoral gratuita terminou nesta quinta-feira (1º). Também foram encerrados os prazos para a realização de comícios e debates no rádio e na TV.

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Enquanto os sindicatos que representam trabalhadores comemoram o fim da escala 6x1, as entidades empresariais lamentam a abolição da jornada...