A 1ª Promotoria de Justiça de Estreito apresentou denúncia contra o cidadão Antonio Carvalho de Oliveira, conhecido como Pastor Antonio. O evangélico da Igreja Pentecostal Jesus Cristo é o Senhor estaria se aproveitando sexualmente de adolescentes, sob pretexto de ensinar-lhes lições sobre sexualidade.
Investigações realizadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) revelaram que os atos aconteceram em 2010, nas dependências da própria igreja, no centro do município de Estreito. O pastor convidadava os adolescentes, sempre do sexo masculino, para dormirem na igreja, sob o pretexto de estudarem durante a noite.
Lá, afirmando que ensinaria aos jovens sobre sexualidade, o Pastor Antonio convidava todos a tirarem a roupa e assistirem, juntos, filmes pornográficos. Ele pedia para ver e pegar nos órgãos genitais dos jovens, afirmando que, pela imposição de suas mãos, estaria libertando os adolescentes da “prática do homossexualismo, lesbianismo, pedofilia e bestialismo”.
Para o promotor de justiça Marco Aurélio Ramos Fonseca, autor da ação, a conduta do pastor, na verdade, se revestia em “evidente prática de vantagem sexual ao seu favor”. Constrangidos, os adolescentes passaram a evitar a participação nas atividades da igreja, o que chamou a atenção de seus responsáveis e de outras pessoas, que denunciaram o caso ao Ministério Público e à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100.
Em uma operação de busca e apreensão realizada na igreja, foram encontradas, em um computador pessoal do pastor, que estava em local reservado e imagens de pornografia explícita retiradas de sites da internet.
De acordo com a denúncia, a conduta do pastor Antonio Carvalho de Oliveira, se enquadra no que prevêem os artigos 216-A (Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função) e 71 do Código Penal Brasileiro, que trata de crimes continuados.
O artigo 216-A prevê pena de detenção de um a dois anos, sendo a pena aumentada em até um terço quando o a vítima é menor de 18 anos. Pela existência de crimes continuados e idênticos, aplica-se a pena acrescida de um sexto a dois terços.
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Deputados aliados ao governo blindam Luis Fernando contra ataques da oposição
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| Deputados Alexnadre Almeida e Magno Bacelar |
Os deputados estaduais Alexandre Almeida (PSD) e Magno Bacelar (PV) defenderam, na sessão desta quinta-feira, o secretário de estado Infraestrutura, Luís Fernando Silva, de acusações do líder do Bloco Parlamentar de Oposição (BPO), Rubens Pereira Junior (PCdoB). Em uma das acusações o parlamentar comunista afirma que titular da Sinfra não responderia a pedidos de informações feitos por parlamentares oposicionistas.
O deputado comunista informou que entrou com um mandado de segurança contra Luís Fernando, solicitando as prestações de contas dos convênios de 2010 assinados entre o governo estadual e prefeituras.
O deputado Alexandre Almeida, acusou a oposição de querer denegrir a imagem do secretário Luis Fernando, que é ex-prefeito de São José de Ribamar, com uma gestão bem avaliada, e pré-candidato ao Governo do Estado, em 2014.
O deputado comunista informou que entrou com um mandado de segurança contra Luís Fernando, solicitando as prestações de contas dos convênios de 2010 assinados entre o governo estadual e prefeituras.
O deputado Alexandre Almeida, acusou a oposição de querer denegrir a imagem do secretário Luis Fernando, que é ex-prefeito de São José de Ribamar, com uma gestão bem avaliada, e pré-candidato ao Governo do Estado, em 2014.
“É impressionante como a oposição começa agora a montar um plano para querer, de alguma maneira, desconstruir a história de um homem público, que construiu ao longo do tempo uma história, desenvolvendo atividades públicas, e que até hoje não responde a um processo de improbidade administrativa”, afirmou.
Alexandre Almeida garantiu que Luís Fernando é “um homem público que construiu a sua historia com muito compromisso com a administração pública” e que quando foi prefeito de São José de Ribamar “a oposição o parabenizava e o aplaudia; ele passou aproximadamente seis anos de seu mandato e não respondeu a um processo de improbidade administrativa”.
O deputado Magno Bacelar fez defesa na mesma linha e garantiu que líder da oposição “deu uma demonstração pública da sua preocupação com o doutor Luís Fernando, atual secretário de infraestrutura do Estado do Maranhão; e essa preocupação da oposição é mais do que justa, eles começam a andar e estão sentindo que está começando a faltar terra nos pés, o crescimento do doutor Luís Fernando pelo reconhecimento da população, pelas realizações das obras”.
Disse ainda que a cidade de Matões está sendo contemplada pelo governo de Roseana Sarney, através da Secretaria de Infraestrutura, com a construção da MA que liga o município à principal BR. Durante o pronunciamento, o parlamentar citou vários outros exemplos de estradas feitas pelo governo.
Alexandre Almeida garantiu que Luís Fernando é “um homem público que construiu a sua historia com muito compromisso com a administração pública” e que quando foi prefeito de São José de Ribamar “a oposição o parabenizava e o aplaudia; ele passou aproximadamente seis anos de seu mandato e não respondeu a um processo de improbidade administrativa”.
O deputado Magno Bacelar fez defesa na mesma linha e garantiu que líder da oposição “deu uma demonstração pública da sua preocupação com o doutor Luís Fernando, atual secretário de infraestrutura do Estado do Maranhão; e essa preocupação da oposição é mais do que justa, eles começam a andar e estão sentindo que está começando a faltar terra nos pés, o crescimento do doutor Luís Fernando pelo reconhecimento da população, pelas realizações das obras”.
Disse ainda que a cidade de Matões está sendo contemplada pelo governo de Roseana Sarney, através da Secretaria de Infraestrutura, com a construção da MA que liga o município à principal BR. Durante o pronunciamento, o parlamentar citou vários outros exemplos de estradas feitas pelo governo.
Com informações da Agência Assembleia
Parlamentar cobra aplicabilidade de lei sobre vistoria técnica em edificações
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| Vereador José Joaquim destaca legislação vigente |
Existe em São Luís a Lei nº 3.633 de 06/12/1997, que estabelece vistoria técnica anual em edificações habitacionais ou comerciais, cujo ‘habite-se’ tenha dez anos de expedido ou mais, ocupados ou não, de autoria do vereador José Joaquim (PSDB), que não se sabe se está sendo cumprida ou não. Para dirimir qualquer dúvida, o parlamentar tucano apresentou requerimento na Câmara Municipal solicitando de autoridades ligadas ao setor, informações sobre a aplicabilidade do citado dispositivo legal.
Entre as autoridades elencadas pelo parlamentar estão o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PTC), o secretário Municipal de Urbanismo, Antonio Araújo; os presidentes do Instituto da Cidade, Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural, Marcelo do Espírito Santo; e da Fundação Municipal do Patrimônio Histórico, Aquiles Andrade; e a superintendente regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Kátia Bogéa.
José Joaquim enfatiza que a vistoria técnica tem por objetivo levantar a segurança do imóvel, e após a sua realização será expedido um certificado que deverá permanecer em local visível no imóvel periciado. "Serão informados ao cadastro do IPTU as obras vistoriadas, a fim de que seja incluída nos dados do carnê de cobrança do referido imposto”. Ele assinala que dever ter conhecimento sobre a aplicabilidade das leis, pois não basta apenas criá-las. "É necessário termos conhecimento sobre a eficácia de sua aplicação”, ressaltou.
Polícia Federal deflagra operação em São Luís e mais três municípios maranhenses
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feiraa,a a Operação Miquéias em São Luís, Santa Luzia, Barreirinhas e Bom Jesus das Selvas.
Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Polícia Federal do Maranhão, em nenhuma dessas cidades houve mandados de prisão, apenas mandado de condução coercitiva, onde as pessoas envolvidas foram interrogadas e logo depois liberadas.
Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Polícia Federal do Maranhão, em nenhuma dessas cidades houve mandados de prisão, apenas mandado de condução coercitiva, onde as pessoas envolvidas foram interrogadas e logo depois liberadas.
A Polícia Federal não divulgou os nomes das pessoas investigadas, mas informou que foram cinco pessoas: uma em São Luís, outra em Bom Jesus das Selvas, uma pessoa em Barreirinhas e mais duas em Santa Luzia.
Em São Luís, a Polícia Federal terminou a operação e apreendeu dois aparelhos celulares, pen drive, HD e agendas telefônicas. A PF teve ainda acesso aos saldos bancários, extratos e documentos de compra e venda da pessoa investigada na capital. O material apreendido nos outros municípios será trazido para São Luís.
De acordo com a PF, o objetivo da operação, batizada de Miquéias, é desarticular duas organizações criminosas com atuações distintas: uma envolvida em lavagem de dinheiro e a outra acusda de má gestão de recursos de entidades previdenciárias públicas. Essa é a primeira operação da história da PF no combate a esta espécie de crime, segundo a corporação.
Ministério Público denuncia ex-prefeita e empresários por fraudes em licitações em Paço do Lumiar
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| Ex-prefeita Bia Venâncio |
A 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar ingressou com duas denúncias, na esfera criminal, referentes a fraudes em processos licitatórios realizados pelo Executivo Municipal. As dispensas de licitação irregulares resultaram na contratação de empresas para a realização dos carnavais de 2009 e 2010. As denúncias são assinadas pelos promotores de justiça Gabriela Brandão da Costa Tavernard, Samaroni de Sousa Maia e Reinaldo Campos Castro Júnior.
Na denúncia, relativa ao carnaval de 2009, são citados a então prefeita Glorismar Rosa Venâncio, mais conhecida como Bia Venâncio; o ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação do Município, Luis Carlos Teixeira Freitas; Maria do Socorro Rosa Siqueira, ex-secretária Municipal de Cultura, Esporte e Lazer; Thiago Rosa da Cunha Santos Aroso, ex-secretário chefe de Gabinete e Orçamento e Gestão; Amadeu da Cunha Santos Aroso Neto, ex-secretário Municipal de Ações Estratégicas; Marcelino Santos de Amorim, coordenador de Orçamento; Ronilson Sá Botelho e Luciano Magno Pinto Xavier, assessores da Prefeitura; e os empresários Rafael Assad dos Santos e Isabelle Passinho da Silva.
A investigação feita pelo Ministério Público verificou que a dispensa de licitação n° 05/2009 foi uma montagem fraudulenta, pois a empresa contratada, a Conexo Music Produções de Vídeo LTDA., na verdade não foi responsável pela promoção e execução do carnaval em Paço do Lumiar, mas apenas pela contratação de uma banda da Bahia, pelo valor de R$ 35 mil, muito inferior aos R$ 317 mil do contrato firmado, inicialmente, junto à prefeitura, por meio de dispensa de licitação
O esquema fraudulento teria sido proposto à empresa pela própria prefeita Bia Venâncio. A proposta foi que a empresa Conexo Music fosse utilizada para a realização do carnaval de 2009, por meio de um contrato de prestação de serviço forjado. Bia Venâncio teria se comprometido, também, a pagar os impostos da empresa relativos ao contrato.
Na Denúncia relativa ao procedimento que levou à contratação da empresa M F T N Lobato Martins – ME para a realização do carnaval de 2010, estão citados a ex-prefeita Bia Venâncio; Luiz Carlos Teixeira Freitas, ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação do Município; Maria do Socorro Rosa Siqueira, ex-secretária Municipal de Desenvolvimento Social; Francisco Morevi Rosa Ribeiro, ex-secretário Municipal de Orçamento e Gestão; e a empresária Maria Francisca Tereza de Nazaré Lobato Martins.
Em 2010, a Prefeitura de Paço do Lumiar firmou um convênio com a Secretaria de Estado da Cultura (Secma) no valor de R$ 133.900 para a realização do carnaval no município. Questionada pelo Ministério Público, a Secma informou que a prestação de contas apresentada pela prefeitura estava irregular e que havia sido expedida notificação para a sua regularização.
Em análise realizada pela Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça, foram encontradas irregularidades no processo de dispensa de licitação realizado pelo Município. A principal delas foi a justificativa de que o objeto do processo seria "exclusivamente cultural, de caráter personalíssimo, que inviabilizaria a competição", utilizada para que fosse feita uma dispensa de licitação. O objeto contratado, no entanto, não tem esse caráter já que a prefeitura contratou uma empresa para organizar a festa e não bandas e atrações específicas.
Com inaformações do Ministério Público
Polícia cumpre mandado na casa do ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá
Doze mandados de busca domiciliar foram cumpridos na quarta-feira (18) nas residências do ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá, Nilton Ferraz, e de vários ex-secretários municipais. A operação das polícias civil e militar foi motivada pela não apresentação de documentos relativos à gestão de 2009 a 2012. A ação civil foi expedida pela comarca de Santa Luzia do Paruá.
Foram apreendidos diversos documentos na casa do ex-prefeito, além das residências dos ex-secretários de Administração, Plácido Holanda; Educação, Elisabeth Ferraz; Saúde, Rogério Pinto; e da tesoureira, Ozielita de Sena.
“Três equipes participaram da operação, uma coordenada por mim e outras duas por oficiais de Justiça, com auxílio da Polícia Militar, para o cumprimento dos mandados. Tudo que foi recolhido agora será encaminhado ao Judiciário, para posterior envio ao Ministério Público do Estado”, afirmou o delegado Murilo Tavares Pereira.
Além de ser acusado de não ter fornecido documentos e dados de sua gestão, o ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá, Nilton Ferraz, aparece na lista dos 41 prefeitos que estariam envolvidos em um esquema milionário abrangendo uma quadrilha de agiotas, que veio à tona após o assassinato do jornalista Décio Sá.
De acordo com a Polícia e o Ministério Público, o bando montava empresas de fachada para vencer licitações direcionadas e utilizava ‘laranjas’. As investigações da polícia que chegaram ao esquema fraudulento são referentes do período de 2009 a 2012.
Com informações do G1 MA
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Advogado paranaense xenófobo terá que se explicar na Câmara Federal
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| Deputado Francisco Escórcio quer retratação |
Segundo a assessoria, o deputado também encaminhou convite à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), à diretoria da Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República.
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| Advogado Gustavo Zanelli |
A repercussão das postagens já levou a procuradora-geral de Justiça do Maranhão Regina Lúcia de Almeida Rocha a encaminhar representação à seção maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) e apresentar notícia-crime junto à Procuradoria da República no Maranhão (PR-MA) contra o advogado "pela prática de ofensas de caráter racial e discriminatório contra a cultura e a população nordestina e maranhense".
O paranaense Gustavo Zanelli causou revolta após postar vários comentários criticando o Maranhão e Norte e Nordeste do país nas redes sociais.
Com informações do G1 MA
Oposição não se conforma com decisão do TSE sobre pedido de cassação de Roseana Sarney
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| Deputados Rubens Pereira Jr e Marcelo Tavares inconsoláveis |
Os deputados estaduais Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Marcelo Tavares (PSB) questionaram, na manhã desta quarta-feira (18), a postura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, em sessão realizada ontem à noite, decidiu ser inconstitucional o uso do Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED), previsto no Código Eleitoral, para questionar o mandato de políticos na Justiça.
Líder da oposição na Assembleia Legislativa, o deputado Rubens Júnior observou que a decisão do TSE abre precedente para que processos da mesma categoria, que podem levar à cassação do mandato de 11 governadores – entre os quais o da governadora Roseana Sarney (PMDB) -, sejam remetidos para a Justiça Eleitoral dos estados.
Ao lamentar a decisão do TSE, Rubens Júnior lembrou que, em abril de 2009, o então governador Jackson Lago (PDT) teve o seu mandato cassado com base em um recurso contra expedição de diploma.
“Não nos esquecemos que o Dr. Jackson Lago foi cassado com recurso contra expedição do diploma e naquele momento nós argumentamos: pode recurso contra expedição do diploma? E o Tribunal Superior Eleitoral e o ministro Eros Grau, acompanhado pela unanimidade do Tribunal, disse que havia jurisprudência pacifica e consolidada, jurisprudência de mais de 40 anos, e o Dr. Jackson foi cassado com base no recurso contra expedição do diploma”, afirmou Rubens Júnior.
Ele afirmou ainda que a governadora Roseana Sarney, nas eleições de 2010, cometeu diversos abusos para poder ser eleita: “Quem diz isto é o procurador Geral da República. Pois ontem o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que para cassar Jackson Lago recurso contra diploma pode, para cassar Roseana não pode. Quem é que vai entender uma decisão dessa? Ninguém. O que nós percebemos é que foi uma manobra infeliz do Tribunal Superior Eleitoral”, assinalou o líder da Oposição.
Em seu discurso, o deputado Marcelo Tavares utilizou o mesmo mote do pronunciamento que proferiu quando o então procurador Geral da República, Roberto Gurgel, emitiu parecer pedindo a cassação do mandato da governadora Roseana Sarney.
“E eu agora vou repetir a mesma coisa: quem vai fazer a mudança no Maranhão derrotando este grupo que manda no Estado há 50 anos é a população, é o povo do Maranhão. Não será pela Justiça, não será, podem ter certeza disso. Nós temos que ganhar é a eleição, se quisermos ter mudança no Maranhão, e vamos ganhá-la, não tenho nem uma dúvida disso, porque a Justiça no Maranhão, no Maranhão não no Brasil, não fará as mudanças que o País precisa”, afirmou Marcelo Tavares, também frisando que, na sessão de terça-feira à noite, o Tribunal Superior Eleitoral mudou uma jurisprudência já consolidada.
Líder da oposição na Assembleia Legislativa, o deputado Rubens Júnior observou que a decisão do TSE abre precedente para que processos da mesma categoria, que podem levar à cassação do mandato de 11 governadores – entre os quais o da governadora Roseana Sarney (PMDB) -, sejam remetidos para a Justiça Eleitoral dos estados.
Ao lamentar a decisão do TSE, Rubens Júnior lembrou que, em abril de 2009, o então governador Jackson Lago (PDT) teve o seu mandato cassado com base em um recurso contra expedição de diploma.
“Não nos esquecemos que o Dr. Jackson Lago foi cassado com recurso contra expedição do diploma e naquele momento nós argumentamos: pode recurso contra expedição do diploma? E o Tribunal Superior Eleitoral e o ministro Eros Grau, acompanhado pela unanimidade do Tribunal, disse que havia jurisprudência pacifica e consolidada, jurisprudência de mais de 40 anos, e o Dr. Jackson foi cassado com base no recurso contra expedição do diploma”, afirmou Rubens Júnior.
Ele afirmou ainda que a governadora Roseana Sarney, nas eleições de 2010, cometeu diversos abusos para poder ser eleita: “Quem diz isto é o procurador Geral da República. Pois ontem o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que para cassar Jackson Lago recurso contra diploma pode, para cassar Roseana não pode. Quem é que vai entender uma decisão dessa? Ninguém. O que nós percebemos é que foi uma manobra infeliz do Tribunal Superior Eleitoral”, assinalou o líder da Oposição.
Em seu discurso, o deputado Marcelo Tavares utilizou o mesmo mote do pronunciamento que proferiu quando o então procurador Geral da República, Roberto Gurgel, emitiu parecer pedindo a cassação do mandato da governadora Roseana Sarney.
“E eu agora vou repetir a mesma coisa: quem vai fazer a mudança no Maranhão derrotando este grupo que manda no Estado há 50 anos é a população, é o povo do Maranhão. Não será pela Justiça, não será, podem ter certeza disso. Nós temos que ganhar é a eleição, se quisermos ter mudança no Maranhão, e vamos ganhá-la, não tenho nem uma dúvida disso, porque a Justiça no Maranhão, no Maranhão não no Brasil, não fará as mudanças que o País precisa”, afirmou Marcelo Tavares, também frisando que, na sessão de terça-feira à noite, o Tribunal Superior Eleitoral mudou uma jurisprudência já consolidada.
Com informações da Agência Assembleia
Vereador cria projeto do parlamento estudantil
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| Vereador Pavão Filho, autor da proposta |
O “Parlamento Estudantil” será destinado a integrar os alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental das escolas públicas e privadas habilitadas a funcionar no município. “Para participar do Programa, a direção da escola deverá encaminhar um formulário padrão, a ser preenchido pelo aluno, fornecido pela Câmara Municipal de São Luis”, informa o parlamentar pedetista.
A proposta de vereador pedetista determina que o Programa será dividido em duas etapas. Didaticamente ele explica que “a primeira, de visitação à sede da Câmara Municipal, no dia anterior a sessão do ‘Parlamento Estudantil’, para apresentação aos vereadores, no momento em que será também procedido o registro das chapas que concorrerão à eleição da Mesa Diretora do ‘Parlamento Estudantil”.
Pavão Filho diz que a segunda etapa será de abertura dos trabalhos do ‘Parlamento Estudantil’ pelo presidente da Câmara Municipal, com a posse dos novos vereadores-estudantes, além da eleição e posse da Mesa Diretora. Por fim, ele acrescenta que “o mandato dos vereadores-estudantis será de um ano e as sessões serão realizadas em datas a serem definidas na regulamentação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís”.
Ministério Público motiva ação contra ex-prefeita de Nina Rodrigues
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| Ex-prefeita Iara Quaresma |
Por não ter prestado contas dos gastos na área de educação, referentes ao ano de 2012, o município de Nina Rodrigues (a 186km de São Luís) está impossibilitado de receber transferências voluntárias, bem como de celebrar convênios com o Governo do Estado.
Por esta razão, a Promotoria de Justiça da Comarca de Vargem Grande, da qual Nina Rodrigues é termo judiciário, propôs, em 15 de setembro, Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra a ex-prefeita Iara Quaresma do Vale Rodrigues.
Ajuizou a manifestação ministerial o promotor de justiça Benedito de Jesus Nascimento Neto, conhecido como Benedito Coroba.
Consta nos autos que a ex-prefeita não informou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), os gastos em educação dos recursos oriundos da Modernização do Desenvolvimento da Educação (MDE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), referentes ao exercício financeiro de 2012.
Sem as informações, o TCE ficou impossibilitado de aferir se os índices constitucionais e legais referentes à execução orçamentária do município no referido ano foram aplicados.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) requer a condenação de Iara Quaresma do Vale Rodrigues, com a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; o pagamento de multa civil no valor de 100 vezes a remuneração recebida pela ré no ano de 2012, no cargo de prefeita; e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos.
Ajuizou a manifestação ministerial o promotor de justiça Benedito de Jesus Nascimento Neto, conhecido como Benedito Coroba.
Consta nos autos que a ex-prefeita não informou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), os gastos em educação dos recursos oriundos da Modernização do Desenvolvimento da Educação (MDE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), referentes ao exercício financeiro de 2012.
Sem as informações, o TCE ficou impossibilitado de aferir se os índices constitucionais e legais referentes à execução orçamentária do município no referido ano foram aplicados.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) requer a condenação de Iara Quaresma do Vale Rodrigues, com a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; o pagamento de multa civil no valor de 100 vezes a remuneração recebida pela ré no ano de 2012, no cargo de prefeita; e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos.
Com informações do Ministério Público
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