O STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou a medida que previa a impressão do voto nas eleições municipais de 2012. A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional, em 2009, durante a reforma eleitoral daquele ano.
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ingressou com ação contra o voto impresso por considerar que isso pode ferir o sigilo dos eleitores. A decisão foi unânime.
Além de considerar os riscos de o sigilo do voto ser aberto, os ministros do Supremo também manifestaram preocupação com os custos da impressão. Segundo estimativas, o sistema de câmeras que teriam de ser acopladas às urnas custaria mais de R$ 1 bilhão.
Com informações da Folha.com
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