sexta-feira, 23 de setembro de 2016

"Venho sofrendo retaliações políticas", diz Wellington


O candidato da coligação "Por Amor a São Luís", deputado estadual Wellington do Curso (PP/foto), afirma na reta final da campanha eleitoral à Prefeitura de São Luís que vem sendo perseguido politicamente, após seu nome ter sido apontado como eventual concorrente do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), numa eventual disputa política no segundo turno das eleições municipais do dia 2 de outubro deste ano.

Wellington ressalta que denúncias de sonegação de impostos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e apropriação de terreno público são meras congecturas políticas que estão sendo divulgadas no horário eleitoral gratuito como forma de desestabilizar sua campanha no seio da população.

O candidato do PP afirma que vem fazendo uma campanha limpa, propositiva e que irá continuar levando suas mensagens em prol da melhoria da qualidade de vida em São Luís até o último dia de campanha. Ele destaca que hoje vem sendo apontado como o principal adversário do prefeito Edivaldo para confrontá-lo na corrida sucessória ao Palácio La Ravardière, sede do governo municipal na capital maranhense, fato que incomoda bastante seus adversários de plantão.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A força das comunidades em Peri-Mirim


Os eleitores de Peri-Mirim têm uma nova opção para oxigenar o parlamento municipal. Trata-se de Maninho Braga, bioquímico e especialista em saúde pública, com larga experiência na gestão de unidades de saúde e intensa atuação em atividades comunitárias.

Ao vereador cabe propor a elaboração de novas leis e exercer a fiscalização dos atos do Poder Executivo. Além dessas funções precípuas, Maninho Braga pretende reforçar a sua atuação no trabalho de mobilização das comunidades de Peri-Mirim para a organização e o encaminhamento das suas reivindicações. Daí surgiu o slogan da sua campanha “A força das comunidades”.

Confira abaixo algumas das principais iniciativas que Maninho Braga pretende apresentar na Câmara Municipal de Peri-Mirim, a partir de 1º de janeiro de 2017:

a) defender a implantação de arranjos produtivos para contribuir com a geração de trabalho e renda;
b) propor a construção de barragens e açudes para combater a calamidade da estiagem anual;
c) defender a ampliação da rede de postos de saúde, a reativação da Estratégia de Saúde da Família e a promoção efetiva das ações e programas de atenção básica na rede de saúde pública;
d) propor a criação de um programa municipal de atenção aos idosos;
e) defender o apoio do Poder Público à organização das comunidades quilombolas;
f) defender a valorização dos agentes comunitários de saúde.
g) propor a edição da Lei Municipal de Incentivo à Cultura Popular;
h) propor a realização de parcerias do município com o Sebrae.
i) para a sede de Peri-Mirim, Maninho vai propor a revitalização do Casarão histórico, a construção da Avenida Beira Campo, a urbanização da Barragem do Portinho, a restauração da estátua de São Sebastião com a construção de uma área de vivência em seu entorno e a revitalização do córrego Passagem dos Padres com a sua transformação em ponto turístico;
j) exercer um mandato popular e participativo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"Não vamos cair em provocações", diz Eliziane

O ex-prefeito e deputado federal João Castelo (PSDB) é incentivador da campanha da deputada federal Eliziane Gama (PPS)
Depois de despencar de 16% para 10% nas intenções de votos nas duas últimas pesquisas Ibope (agosto e setembro), a deputada federal Eliziane Gama (PPS), candidata à Prefeitura de São Luís, tem revelado nas redes sociais (facebook) que não vai se deixar cair em provocações. Ela ressalta que desde o início do processo eleitoral tem se pautado por uma campanha limpa e que esse será o tom do seu discurso rumo à vitória no dia 2 de outubro deste ano.

A Noviça Rebelde, que já esteve na primeira colocação das pesquisas de intenções de votos na capital maranhense, agora amarga um terceiro lugar, patinando na média de 10%. Alguns especialistas avaliam que ter votado pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e seu aproximamento com o ex-prefeito e atual deputado federal João Castelo (PSDB), fizeram sua candidatura despencar para percentuais ridículos na reta final da campanha eleitoral.

Apesar disso, a candidata do PPS diz o contrário:

Vamos mostrar propostas, vamos debater a cidade e não vamos cair em provocações.
A consciência de uma campanha limpa é nosso maior combustível rumo á vitória!
Compartilhem esse sentimento, meus amigos.
#eliziane23 #mudançadeverdade #agoraé23

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Wellington segue crescendo e deve disputar segundo turno com Edivaldo

As eleições em São Luís devem ter segundo turno entre o prefeito Edivaldo e Wellington do Curso
Os novos percentuais de intenções de votos, divulgados na última quarta-feira, 14, pela pesquisa Ibope/TV Mirante revelam que haverá segundo turno nas eleições municipais em São Luís, no dia 2 de outubro deste ano.

Com apenas seis pontos percentuais à frente, aparece o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) com 37%, seguido do candidato e deputado estadual Wellington do Curso (PP) com 31% e em terceiro a deputada federal Eliziane Gama (PPS) com minguados 10%. Os demais postulantes à Prefeitura da capital são: Eduardo Braide (PMN) com 3%, Fábio Câmara (PMDB) com 3%, Rose Sales (PMB) com 2%, Cláudia Durans (PSTU) com 1%, Zé Luís Lago (PPL) com 1% e Valdeny Barros (PSOL) com 1%. Branco/Nulo 8% e Não sabe/não respondeu 3%.

Nesse novo levantamento o candidato que mais cresceu foi Wellington do Curso, que na pesquisa anterior (25 a 30 agosto) aparecia com 20%, subindo 11 pontos percentuais. Já a candidata Eliziane Gama tinha 16%, despencou para 10%. O prefeito Edivaldo que tinha 29%, subiu oito pontos percentuais.

A candidata e deputada federal Eliziane Gama (PPS) despencou e agora aparece com apenas 10%
A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante, ouviu 805 eleitores, entre os dias 10 e 13 deste mês. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), sob o número MA-00239/2016.

Quanto à rejeição do eleitorado, a candidata Eliziane Gama aparece em primeiro lugar com 27%, seguido do prefeito Edivaldo Holanda Júnior com 26% e Wellington do Curso fica em último lugar com apenas 8% de rejeição.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Dois deputados maranhenses não votaram contra Cunha


Um total de 16 deputados federais da bancada maranhense votaram, na noite de segunda-feira, 12, favoráveis à cassação do mandato do presidente afastado da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ/foto). Apenas dois parlamentares deixaram de votar, sendo uma abstenção do deputado Alberto Filho (PMDB) e uma ausência em plenário do deputado  Júnior Marreca (PEN).

De um universo de 512 deputados federais presentes, 450 votaram a favor da cassação de Cunha, 9 abstenções, 42 ausentes e apenas 10 votos contrários à perda do mandato. Eram necessários 257 votos para aprovação da proposta. A cassação de Eduardo Cunha põe fim a um processo que se arrastou na Câmara Federal por mais de 300 dias e atualmente é considerado o processo mais longo do parlamento brasileiro. 

Cunha é acusado de embolsar propinas milionárias do petrolão, de ser correntista oculto em bancos na Suiça e de mentir aos colegas de parlamento, fato que configura quebra de decoro parlamentar.

Veja abaixo como votaram os deputados federais maranhenses:

ALBERTO FILHO (PMDB)- ABSTENÇÃO
ALUISIO MENDES (PTN)- A FAVOR DA CASSAÇÃO
CLEBER VERDE (PRB)- A FAVOR
DAVI ALVES SILVA JUNIOR- A FAVOR
ELIZIANE GAMA (PPS)- A FAVOR
HILDO ROCHA- (PMDB)- A FAVOR
ILDON MARQUES (PSB)- A FAVOR
JOÃO CASTELO (PSDB)- A FAVOR
JOÃO MARCELO SOUZA- A FAVOR
ZÉ REINALDO TAVARES- A FAVOR
JUNIOR MARRECA (PEN)- AUSENTE À SESSÃO
JUSCELINO FILHO (DEM)- A FAVOR
PEDRO FERNANDES (PTB)- A FAVOR
RUBENS PEREIRA JUNIOR (PCdoB)- A FAVOR
VICTOR MENDES (PSD)- A FAVOR
WALDIR MARANHÃO (PP)- A FAVOR
WEVERTON ROCHA (PDT)- A FAVOR
ZÉ CARLOS (PT)- A FAVOR

Moto Clube completa 79 anos na crista da onda


O Moto Clube está completando nesta terça-feira, 13, seus 79 anos de muita glória e tradição no futebol do Maranhão. O melhor presente deste ano foi sem dúvida a conquista do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro para 2017. Nesse momento só nos resta parabenizar o nosso clube do coração e como todo bom rubro-negro continuar sonhando com voos mais altos na história de uma equipe que tem um futuro de vitórias pela frente.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Como vota a bancada maranhense na cassação de Cunha?

Os 18 deputados federais maranhenses terão a espinhosa missão de votar nesta segunda-feira, 12, pela cassação ou não do mandato do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cujo processo vem sendo considerado como o mais longo da história do parlamento brasileiro. O blog teve acesso a indícios de que pelo menos cinco deputados: Eliziane Gama (PPS), José Reinaldo Tavares (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Weverton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT) estão certos de que irão votar pela cassação de Cunha, os demais ainda permanecem em cima do muro e podem mudar de voto. Na Comissão de Ética, os deputados Alberto Filho (PMDB) e André Fufuca (PP) votaram contra a cassação do presidente afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por atrapalhar as investigações.

Confira a lista abaixo:



Governo quer abafar a Lava Jato, diz AGU demitido

Boca no trombone: Medina, gaúcho como Padilha, diz que sua queda começou há cerca de três meses (Cristiano Mariz/VEJA)

Da Veja

BrasíliaDemitido por telefone pelo presidente Michel Temer na sexta-feira passada, o advogado-geral da União, Fábio Medina Osório, resolveu quebrar o protocolo. Em vez de anunciar a saída com elogios a quem fica e sumir do mapa, ele decidiu pôr a boca no trombone. Em entrevista a VEJA no mesmo dia da demissão, Medina disse que sai do posto porque o governo não quer fazer avançar as investigações da Lava-Jato que envolvam aliados. Diz: “O governo quer abafar a Lava-­Jato”. Medina entrou em rota de colisão com seu padrinho, o poderoso ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Gaúchos, os dois se conhecem do Rio Grande do Sul, onde Medina foi promotor de Justiça, especializado em leis de combate à corrupção, e Padilha fez sua carreira política.

Medina conta que a divergência começou há cerca de três meses, quando pediu às empreiteiras do petrolão que ressarcissem o Erário pelo dinheiro desviado da Petrobras. Depois disso, Medina solicitou acesso aos inquéritos que fisgaram aliados graúdos do governo. Seu objetivo era mover ações de improbidade administrativa contra eles. A Polícia Federal enviou-lhe uma lista com o nome de catorze congressistas e ex-congressistas. São oito do PP (Arthur Lira, Benedito Lira, Dudu da Fonte, João Alberto Piz­zolatti Junior, José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria, Nelson Meurer e Roberto Teixeira), três do PT (Gleisi Hoff­mann, Vander Loubet e Cândido Vaccarezza) e três do PMDB (Renan Calheiros, presidente do Congresso, Valdir Raupp e Aníbal Gomes). Com a lista em mãos, Medina pediu ao Supremo Tribunal Federal para conhecer os inquéritos. Recebida a autorização, a Advocacia-­Geral da União precisava copiar os inquéritos em um HD. Passou um tempo, e nada. Medina conta que Padilha estava evitando que os inquéritos chegassem à AGU, e a secretária encarregada da cópia, Grace Fernandes Mendonça, justificou a demora dizendo que não conseguia encontrar um HD externo, aparelho que custa em média 200 reais.

“Me parece que o ministro Padilha fez uma intervenção junto a Grace Mendonça, que, de algum modo, compactuou com essa manobra de impedir o acesso ao material da Lava-Jato”, conta Medina. O ex-advogado-geral diz que teve uma discussão com o ministro Padilha na quinta-feira, na qual foi avisado da demissão. No dia seguinte, recebeu um telefonema protocolar do presidente Temer. Grace Mendonça, assessora do HD, vai suceder a ele.

O ministro Padilha, que se limitou a divulgar um tuíte agradecendo o trabalho de Medina, manteve distância da polêmica e não deu entrevistas. Exibindo mensagens em seu celular trocadas com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava-Jato, e com o juiz Sergio Moro, Medina afirma que a sua demissão tem significado maior — o de que o combate à corrupção não está nas prioridades do governo Temer. “Se não houver compromisso com o combate à corrupção, esse governo vai derreter”, afirma ele. Ainda assim, Medina faz questão de dizer que nada conhece que desabone a conduta do presidente.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Marina Silva e Heloísa Helena reforçam campanha de Eliziane


A ex-ministra Marina Silva (Rede) e a ex-senadora Heloísa Helena participam nesta sexta-feira (9) de uma caminhada com concentração a partir das 8h30, na praça João Lisboa, com a candidata do PPS à Prefeitura de São Luís, deputada federal Eliziane Gama (PPS). A caminhada deve acontecer em toda extensão da Rua Oswaldo Cruz (Rua Grande), área comercial da capital maranhense.

Essa é a segunda vez neste ano que a ex-ministra Marina Silva vem à São Luís participar de um evento político em defesa da candidatura Eliziane Gama. A primeira, foi em reunião na Assembleia Legislativa para divulgar as propostas do partido Rede Sustentabilidade, criado por Marina. Essa nova visita serve como perspectiva para movimentar a cidade e despertar parte da população que ainda se encontra indecisa sobre em quem votar nas eleições do dia 2 de outubro deste ano na capital maranhense. 

Atualmente a candidata do PPS amarga uma terceira colocação com média de 17 pontos percentuais nas pesquisas de intenções de votos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A tropa de choque de Cunha no Maranhão

Os deputados Alberto Filho (PMDB) e André Fufuca (PP) apoiam o ex-presidente afastado Eduardo Cunha  (PMDB-RJ)
Os deputados federais maranhenses Alberto Filho (PMDB) e André Fufuca (PP) devem votar contra a cassação do mandato do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está afastado do cargo desde o dia 5 de maio deste ano, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que entendeu que o parlamentar utilizava o cargo para tentar interferir nos processos contra ele, tanto na Comissão de Ética quanto na Justiça.

O Conselho de Ética da Câmara Federal aprovou no dia 14 de junho, por 11 votos a 9, a cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha, num processo que tramita na Casa desde outubro do ano passado e já é considerado o mais longo do parlamento brasileiro.

A relatoria do processo provou que Cunha é proprietário de bens não declarados no exterior, por meio de contas, bens e patrimônio fora do Brasil. A Justiça do Paraná decretou a indisponibilidade de bens do ex-presidente da Câmara e de sua esposa, a jornalista Cláudia Cruz.