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domingo, 25 de dezembro de 2022

Lula deve confirmar Marina no Ministério do Meio Ambiente e Tebet no Ministério das Cidades

A deputada federal eleita, Marina Silva (Rede-SP), deve mesmo ocupar o Ministério do Meio Ambiente (MMA), enquanto a senadora Simone Tebet (MDB-MS) deve ficar no Ministério das Cidades. Possivelmente na segunda-feira, 26, esse deverá ser o anúncio oficial do presidente eleito, Lula (PT), para mais uma composição da nova Esplanada dos Ministérios no governo federal que assumirá a partir de 1º de janeiro de 2023.

Segundo o portal Congresso em Foco, fundamental para a confirmação de Marina foi a atitude solidária da senadora Simone Tebet, que poderá ocupar o Ministério das Cidades, embora essa decisão ainda dependa de costura com o MDB.

A pasta estava, em princípio, reservada para a bancada do partido na Câmara Federal. Mas tornou-se uma alternativa para acomodar no governo a parlamentar do Mato Grosso do Sul, que teve papel decisivo na vitória de Lula no segundo turno.

Simone Tebet se encontrou com Lula na sexta-feira, 23, pela primeira vez, desde a votação do segundo turno. O presidente lhe ofereceu o Ministério de Planejamento e Orçamento, que a senadora recusou. Perguntou em seguida se ela aceitaria o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Simone respondeu que sim, desde que se resolvesse a situação de Marina, com a qual não admitiria se indispor.

Uma possível dobradinha Tebet no MMA e Marina como Autoridade Climática naufragou quando, na sequência, Lula conversou com sua ex-ministra do Meio Ambiente. Vale ressaltar que Marina Silva chefiou o MMA entre 2003 e 2008, nos dois primeiros governos Lula.

Sua atuação foi essencial para os excelentes resultados alcançados no combate ao desmatamento na Amazônia durante as gestões petistas. Essa verdadeira saga é relatada no livro Amazônia, uma década de esperança, de autoria de João Paulo Capobianco, um dos seus principais colaboradores. Como a própria Marina ressalta no prefácio, os índices de desmatamento na região amazônica caíram em mais de 80% entre 2004 e 2014.

Veja mais no portal Congresso em Foco

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