O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE), em sessão plenária realizada nesta quarta-feira, desaprovou as contas apresentadas pelos prefeitos João Menezes de Souza (Arame/2007), com débito de R$ 55.416,70 e multas de R$ 24.83,00; José Henrique de Araújo Silva (Monção/2008), com débito de R$ 2.680.581,00 e multas de R$ 366.642,00 e Magno Augusto Bacelar Nunes (Chapadinha/2008), com débito de R$ 1.042.401,00 e multas de R$ 195.224,00.
Entre as Câmaras Municipais, foram julgadas irregulares as contas de Hiclemar Sousa dos Santos (Nova Olinda do Maranhão/2008), com débito de R$ 11.589,15 e multas de R$ 50277,00; José Francisco Gomes Neto (Paço do Lumiar/2008), com débito de R$ 74.099,14 e multas de R$ 79.502,00 e José Mesquita Gonçalves (Vila Nova dos Martírios/2006), com multas de R$ 2.000,00.
Com informações do TCE
Banner Betano
Assinar:
Postar comentários (Atom)
CCJ aprova parecer favorável a MP que mantém nível médio para concurso da PM e Bombeiros
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Assembleia Legislativa do Maranhão, em reunião realizada nesta terça-feira (19), an...
-
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, classificando o conflito como "de...
-
O governo anunciou nesta segunda-feira (6) a edição de um pacote de ações legislativas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis...
-
Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Pavão Filho (PDT) anunciou a realização de uma audiência pública p...
-
O Município de São Luís foi condenado, na Justiça, a realizar, em três anos, a regularização urbanística do Bairro do Tibiri, elaborando e e...

Caro Mario Carvalho, o vereador Francisco Gomes( conhecido como pau vestido ou zé gomes)não deveria nem ter sido candidato nas eleições de 2009, por não prestar contas com o dinheiro publico. Mais estamos no Brasil e de quebra no maranhão.
ResponderExcluirZé Gomes devolva o dinheiro publico, que não é seu a justiça deveria fazer um sequestro de bens para cobrir o rombo deixado nos cofres da cãmara.